A pesquisa BTG/Nexus mostra que 47% dos eleitores que já escolheram um candidato à Presidência consideram seu voto ideal. Outros 38% dizem ter optado pela melhor alternativa disponível, mesmo sem vê-la como a opção preferida. Para 12%, a decisão tem o objetivo de impedir a vitória de outro candidato. Há ainda 3% que não souberam ou não responderam.
Entre os eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva, 58% consideram o presidente o candidato ideal. A escolha pela melhor opção disponível aparece para 32%, enquanto 6% afirmam votar nele para evitar a vitória de outro nome. Outros 4% não souberam ou não responderam.
No grupo que declara voto em Flávio Bolsonaro, 42% dizem que o senador é o candidato ideal. A parcela que o considera a melhor alternativa disponível é de 40%. O voto estratégico, para impedir a vitória de determinado candidato, chega a 16%. Outros 2% não souberam ou não responderam.
Diferenças entre os grupos
A distância entre os eleitorados na avaliação do candidato ideal é de 16 pontos percentuais: 58% entre os eleitores de Lula e 42% entre os de Flávio. Na escolha pela melhor opção disponível, os percentuais são 32% e 40%, respectivamente.
Também há diferença no voto estratégico. Enquanto 6% dos eleitores de Lula dizem escolhê-lo para impedir a vitória de outro candidato, esse percentual é de 16% entre os eleitores de Flávio.
Decisão consolidada
Entre os entrevistados que indicaram algum candidato, 84% afirmam que a decisão está tomada e não deve mudar. Outros 15% ainda admitem trocar de nome até o primeiro turno.
Entre os eleitores dos dois líderes, 92% dos que apoiam Flávio dizem estar definitivamente decididos, ante 90% entre os eleitores de Lula.
A 15ª rodada da pesquisa ouviu 2.006 pessoas por telefone entre 18 e 20 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00485/2026.








