MINAS GERAIS — Uma nova pesquisa Quaest vai avaliar o cenário eleitoral no estado nas disputas pela Presidência da República, pelo governo estadual e pelo Senado. As entrevistas serão realizadas entre 25 e 28 de setembro, com divulgação prevista para 29 de setembro.
O levantamento foi contratado pela Globo. Serão 1.506 entrevistas, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-08467/2026.
Na disputa presidencial, o questionário apresenta nomes de diferentes partidos no primeiro turno, entre eles Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Zema (Novo), Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão) e Leonardo Avalanche (PRTB). Também aparecem Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara (UP) e Veterinário Wilson Grassi (Democrata).
Para o segundo turno, a pesquisa testa um confronto entre Flávio Bolsonaro e Lula. Os entrevistados também serão questionados se a escolha para presidente já é definitiva ou ainda pode mudar até a eleição.
Disputa pelo governo estadual
A Quaest apresenta dois cenários de primeiro turno para o governo de Minas Gerais. Os nomes são Alexandre Kalil (PDT), Ben Mendes (Missão), Cleitinho Azevedo (Republicanos), Flávio Roscoe (PL), Gabriel (MDB), Indira Xavier (UP), Mateus Simões (PSD), Patrus Ananias (PT), Professor Túlio Lopes (PCB) e Rafael Duda (PSTU). Um dos cenários também inclui Henrique Áreas (PCO).
No segundo turno, serão testadas três combinações: Alexandre Kalil contra Cleitinho Azevedo; Cleitinho contra Mateus Simões; e Cleitinho contra Patrus Ananias.
O questionário ainda mede a intenção de voto para as duas vagas de Minas Gerais no Senado, além do conhecimento, potencial de voto e rejeição dos candidatos. Também serão avaliadas a aprovação dos governos estadual e de Lula, a percepção sobre o principal problema do estado e o interesse dos eleitores nas eleições.
A pesquisa inclui perguntas sobre apoios políticos, expectativa de vitória na eleição presidencial, identificação política e o que provoca mais medo: a volta da família Bolsonaro ao poder ou outro mandato de Lula.
Na rodada anterior, realizada entre 19 e 22 de setembro e registrada sob o protocolo BR-07664/2026, Lula e Flávio Bolsonaro apareciam tecnicamente empatados no primeiro turno. Lula tinha 35%, contra 30% de Flávio. No segundo turno, ambos registravam 40%. A margem de erro era de três pontos percentuais, com confiança de 95%.








