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Pesquisa relaciona percepção sobre renda à preferência por Lula ou Flávio Bolsonaro
Política

Pesquisa relaciona percepção sobre renda à preferência por Lula ou Flávio Bolsonaro

Levantamento mostra vantagem de Lula entre eleitores que viram a renda crescer e de Flávio entre os que perderam poder de compra.

A percepção dos eleitores sobre renda, preços e dívidas aparece associada à intenção de voto no segundo turno, aponta pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 7. Luiz Inácio Lula da Silva lidera entre os entrevistados que relataram aumento real da renda, enquanto Flávio Bolsonaro tem vantagem entre aqueles que não tiveram crescimento da renda ou sentiram maior alta no custo de vida.

Nesse grupo de eleitores, Lula registra 77%, contra 14% de Flávio Bolsonaro, quando a renda foi considerada maior que o custo de vida. Entre os que disseram não ter tido aumento na renda, Flávio alcança 50%, ante 28% de Lula. Já entre os que avaliaram que os preços subiram mais que a renda, Flávio aparece com 55%, e Lula, com 26%.

Dívidas e custo de vida

O levantamento indica que 28% dos entrevistados têm muitas dívidas. Outros 44% afirmam ter poucas, enquanto 27% dizem não possuir nenhuma. A fatia dos que se consideram muito endividados voltou a subir no período recente.

Na comparação entre renda e custo de vida, 10% afirmam que a renda avançou mais que os preços; 33% dizem que os dois cresceram na mesma proporção; 21% relatam aumento menor da renda; e 33% não registraram alta na renda.

Felipe Nunes, sócio-fundador da Quaest, afirmou em postagens nas redes sociais que a queda na aprovação do governo ocorreu no mesmo intervalo, de julho a setembro, em que aumentaram as reclamações sobre o acúmulo de dívidas.

A avaliação do Desenrola 2.0 também recuou. Em maio, 50% consideravam o programa de renegociação uma boa ideia. Agora, esse índice está em 43%.

A Quaest entrevistou 2.004 eleitores de 16 anos ou mais, presencialmente, em todo o país, entre 3 e 6 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o nível de confiança, de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-07065/2026.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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