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Brasil

Mãe tem liberdade provisória, mas companheiro continua preso no DF

Luana da Silveira Fonseca e Wellington Ferreira da Cruz são investigados pelo abandono e pela carbonização do corpo de um recém-nascido.

A Justiça concedeu liberdade provisória a Luana da Silveira Fonseca, de 35 anos, após audiência de custódia realizada neste sábado (26/9). O companheiro dela, Wellington Ferreira da Cruz, de 56 anos, teve a prisão mantida. Os dois responderão por feminicídio.

Imagens de câmeras de segurança mostram Luana levando o corpo do recém-nascido em uma sacola até um local ermo, a aproximadamente 50 metros da casa onde o casal mora. Ela aparece voltando para a residência, conversando com Wellington e retornando à rua com o bebê.

A Polícia Civil do Distrito Federal tenta identificar um terceiro suspeito. Um homem não identificado foi filmado colocando objetos em um monte de lixo e ateando fogo ao local onde o recém-nascido havia sido deixado, dentro de um saco. A gravação registra a ação por volta das 3h40 de sexta-feira (25/9), cerca de uma hora depois de Luana deixar a criança.

O homem aparece sem camisa, de bermuda e boné. Depois de colocar fogo no lixo, ele deixa o local pelo mesmo caminho. Segundo o delegado Zander Vieira Pacheco, da 27ª Delegacia de Polícia, ainda não se sabe se ele pretendia incendiar a criança.

Luana foi localizada em casa, a poucos metros do ponto onde o corpo estava. Inicialmente, ela afirmou que havia sofrido um aborto espontâneo e que o filho teria caído no vaso. A versão não foi confirmada durante a investigação. “A princípio, ela disse que sofreu um aborto espontâneo e que o filho teria caído no vaso. Essa versão não se sustentou”, afirmou o delegado.

A mulher foi levada a uma unidade de saúde e depois presa. De acordo com Zander, a placenta ainda estava colada ao corpo, indicando que se tratava de um recém-nascido. O delegado disse que a mãe teve a intenção de se livrar da criança.

O laudo do Instituto Médico-Legal deverá apontar a causa da morte. Perícias foram feitas na casa da família para esclarecer a dinâmica dos fatos. A investigação ainda vai verificar se o bebê estava vivo quando foi queimado.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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