Renan Santos, candidato do Missão à Presidência da República, deve ampliar os ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante a campanha. A estratégia foi definida após a divulgação de conversas entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes.
A campanha pretende sustentar que uma ala da Corte tomou decisões ilegais para benefício próprio. Renan também deve prometer o enfrentamento de decisões consideradas inconstitucionais pelo tribunal, caso seja eleito.
A avaliação interna é que o candidato teria mais liberdade do que quase todos os demais presidenciáveis para criticar o STF. Isso ocorreria porque nenhum integrante do Missão teria mantido relações com o dono do Banco Master.
Renan já protocolou um pedido de impeachment contra Moraes após a divulgação das conversas. Ele também apresentou pedido contra Dias Toffoli, ministro responsável por uma decisão que bloqueou as redes sociais do candidato por mais de 24 horas.
O bloqueio ocorreu por falhas nas informações das páginas de Renan na internet. O presidenciável do Missão é apontado como o candidato que mais teve problemas com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até o momento.
No início do ano, o MBL, movimento que deu origem ao partido, convocou manifestações contra Toffoli por causa de sua relação comercial com Daniel Vorcaro.








