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São Paulo chega a 32 casos de sarampo em 2026
Foto: Natalya Maisheva/Getty Images
Brasil

São Paulo chega a 32 casos de sarampo em 2026

Estado registrou dois novos diagnósticos; Secretaria da Saúde mantém vacinação disponível nas UBSs.

O estado de São Paulo chegou a 32 casos de sarampo em 2026 após o registro de dois novos diagnósticos, informou a Secretaria Estadual da Saúde (SES) nesta sexta-feira (11/9).

Os novos casos são de uma menina de seis meses, com esquema vacinal incompleto, e de um homem de 28 anos, que tinha histórico de vacinação contra a doença. Com os registros, a cidade de São Paulo soma 29 casos, São Bernardo do Campo tem dois e Guarulhos, um.

A SES informou que 23 dos 32 pacientes não tinham registro de vacinação ou estavam com o esquema incompleto. Quatro cadeias de transmissão foram identificadas no estado neste ano.

A primeira ocorreu entre março e abril e foi associada a dois casos de pessoas vindas do exterior. A cadeia foi encerrada após 12 semanas sem novos registros relacionados. As outras três foram identificadas em junho, julho e agosto e continuam sendo acompanhadas pelas equipes estaduais e municipais.

Vacinação

O governo de São Paulo recomenda a vacinação contra o sarampo para pessoas de zero a 59 anos. Embora as campanhas de imunização tenham terminado no início do mês, as doses continuam disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

A primeira dose deve ser aplicada aos 12 meses, e a segunda, aos 15 meses. Pessoas de 15 meses a 29 anos precisam ter duas doses registradas, com intervalo mínimo de 30 dias. Dos 30 aos 59 anos, é necessário ter pelo menos uma dose registrada na caderneta. Trabalhadores da saúde devem ter duas doses, independentemente da idade.

A dose zero da vacina tríplice viral continua disponível para bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias que moram nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Ela também pode ser indicada após contato com pessoas com suspeita ou confirmação da doença, conforme avaliação da vigilância.

A dose zero não substitui as doses do calendário. A criança deve receber a primeira aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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