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Estado de São Paulo chega a 32 casos de sarampo após novas confirmações
Saúde

Estado de São Paulo chega a 32 casos de sarampo após novas confirmações

Dois casos foram identificados na capital e envolvem uma bebê de seis meses e um homem de 28 anos.

A Secretaria de Saúde de São Paulo confirmou nesta sexta-feira (11) duas novas contaminações por sarampo no estado. Com os registros, o total de casos neste ano chegou a 32.

As notificações ocorreram em agosto, na capital. Uma das pacientes é uma menina de seis meses, com a carteira vacinal incompleta. O outro caso é de um homem de 28 anos que já tinha recebido a vacina contra a doença. A secretaria não informou o estado de saúde dos dois. As amostras foram processadas pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

Entre os outros 30 casos contabilizados no estado, 29 ocorreram na capital, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. Ao todo, 23 pessoas não tinham sido vacinadas contra o sarampo ou estavam com o esquema incompleto. As equipes seguem investigando e acompanhando possíveis novas contaminações.

Vacinação e sintomas

O calendário prevê duas doses para crianças: a primeira aos 12 meses e a segunda aos 15 meses. Dos 15 meses aos 29 anos, é preciso comprovar duas doses na caderneta. Entre 30 e 59 anos, é exigido pelo menos um registro de vacinação. Para trabalhadores da saúde, a recomendação é de duas doses, sem limite de idade.

Por causa da circulação do vírus, bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias que vivem nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo devem receber a chamada Dose Zero. Essa aplicação é adicional e não substitui as doses regulares, aos 12 e 15 meses.

Os sinais mais comuns são manchas vermelhas no corpo e febre acima de 38,5º. Também podem ocorrer tosse seca, irritação nos olhos e mal-estar intenso. Esses sintomas costumam surgir de três a cinco dias depois da infecção. O Ministério da Saúde afirma que febre alta persistente, especialmente em crianças de até 5 anos, pode ser sinal de gravidade.

O sarampo passa de uma pessoa para outra pelo ar, durante tosse, espirro, fala ou respiração. Uma pessoa infectada pode transmitir o vírus a 90% daqueles que estiverem próximos e sem proteção vacinal.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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