A Coca-Cola começa a distribuir no Brasil, neste mês, a versão Zero Cafeína Zero Açúcar, que também não tem calorias. O produto foi criado para consumidores que querem tomar refrigerante à noite sem ingerir cafeína e será vendido inicialmente em latas individuais de até 350 ml.
A novidade amplia a presença da marca em ocasiões como jantares, sessões de filmes e séries, refeições e encontros em casa. A embalagem terá uma combinação de preto e dourado, associada ao consumo noturno.
“O Brasil já é o maior mercado da linha Zero da Coca-Cola no mundo”, afirma Luciana Batista, presidente da Coca-Cola Brasil. Segundo ela, o crescimento acompanha a busca dos consumidores por opções com menor ingestão de açúcar e calorias.
Produção e lançamento
A bebida será produzida pelos 7 engarrafadores do Sistema Coca-Cola Brasil: Andina, Bandeirantes, Brasal, FEMSA, Solar, Sorocaba e Uberlândia. O produto já é vendido na Europa e também será lançado em outros países da América Latina, como Chile e México.
O lançamento oficial está previsto para o Rio Gastronomia 2026, no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro. O evento começa em 17 de setembro e terá ações para o público experimentar a bebida. Ao longo do mesmo mês, a distribuição deve alcançar todas as regiões do país.
Para Raquel Ribeiro, diretora de Marketing da marca Coca-Cola Brasil, a estratégia considera mudanças nos hábitos noturnos. A executiva afirma que a bebida foi desenvolvida para acompanhar momentos de descanso, refeições, filmes e socialização em casa.
A iniciativa faz parte do plano da companhia de se posicionar como uma empresa total de bebidas, com atuação em refrigerantes, isotônicos, bebidas funcionais, águas, sucos, cafés, chás e bebidas alcoólicas prontas para beber. “Nossa liderança segue sendo na categoria de bebidas não alcoólicas”, diz Batista.
O Brasil é o 4º maior mercado da Coca-Cola no mundo e esteve entre os mercados que lideraram o crescimento de volume da empresa globalmente no segundo trimestre de 2026. A companhia também prepara R$ 30 bilhões em investimentos no país até 2030, incluindo fábricas, centros de distribuição, frota, equipamentos nos pontos de venda e iniciativas comerciais e ambientais.








