São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% São Paulo 23°C 18° / 28°
A notícia como ela é
Tecnologia muda a fotografia, mas não substitui o olhar do autor
Foto: Magnific/Freepik
Brasil

Tecnologia muda a fotografia, mas não substitui o olhar do autor

Megapixels, edição, tamanho da câmera e inteligência artificial não definem sozinhos a qualidade de uma foto.

A evolução de sensores, equipamentos e recursos de inteligência artificial mudou a forma de produzir imagens, mas não eliminou a importância das escolhas do fotógrafo. Ideias antigas sobre resolução, edição, tamanho das câmeras e automação são tratadas como mitos por especialistas da área.

A quantidade de megapixels influencia o tamanho do arquivo e a possibilidade de ampliar a imagem, mas não determina sozinha a nitidez, as cores ou o resultado estético. A qualidade depende da combinação entre lente, processador e sensor. A tecnologia X-Trans CMOS é citada como exemplo por usar um arranjo de cores que reduz efeitos visuais indesejados e amplia o alcance dinâmico.

Também não é obrigatório passar horas em programas de edição para obter uma imagem refinada. As Film Simulations, da Fujifilm, permitem escolher cores, contrastes e tonalidades inspirados em filmes analógicos durante a captura. Para Fabio Zangelmi, fotógrafo da Fujifilm Brasil, “agilidade” é o objetivo ao sair da câmera com a foto o mais pronta possível.

Câmeras menores e mais leves também podem oferecer desempenho avançado. Sistemas compactos e modelos no formato APS-C combinam processadores rápidos, controles físicos e estabilização no corpo. O X-Processor 5 e o sistema IBIS aparecem entre os recursos que contribuem para a operação e a performance do equipamento.

Automação como apoio

A inteligência artificial e o autofoco com aprendizado profundo assumem tarefas como o acompanhamento de assuntos em movimento. A proposta não é substituir a intenção de quem fotografa, mas reduzir falhas técnicas e ajudar a manter o momento registrado com nitidez.

Na avaliação de Zangelmi, resolver a precisão do foco permite que o profissional se concentre na própria visão e na maneira como interpreta o mundo. A tecnologia, nesse sentido, simplifica etapas do trabalho sem retirar do autor a responsabilidade pela composição e pelo resultado final.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5