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Ray Tavares leva “Os 12 Signos de Valentina” para a Netflix em 2026
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Ray Tavares leva “Os 12 Signos de Valentina” para a Netflix em 2026

Escritora e roteirista fala sobre adaptações brasileiras, identificação do público e a série baseada em seu primeiro romance.

A série baseada em “Os 12 Signos de Valentina”, primeiro romance de Ray Tavares, chega à Netflix ainda em 2026. A produção é estrelada por Giovana Grigio e adapta o livro lançado em 2017.

A história acompanha Isadora, estudante de jornalismo que cria um blog sobre astrologia para testar combinações do zodíaco depois de um término. Para atualizar a trama, Ray trocou o blog por formatos mais presentes no consumo digital atual, como Substack, YouTube, podcast e TikTok.

Um trecho do primeiro episódio foi exibido durante a participação da autora na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Aos 33 anos, Ray também é conhecida por trabalhos como “De Volta aos 15” e “Quinze Dias”.

Literatura e audiovisual

Ray avalia que o crescimento das adaptações de livros brasileiros acompanha a expansão da literatura de entretenimento no audiovisual. Para ela, os streamings ajudaram a combinar referências da indústria de Hollywood com elementos próprios do Brasil.

A escritora começou publicando fanfics e diz que criou Valentina ao decidir escrever uma história ambientada em uma cidade que conhecia. A personagem conquistou leitores por viver situações reconhecíveis, como uma baldeação de metrô. Na visão da autora, a identificação acontece quando o público consegue pensar que também poderia viver aquela história.

Ray afirma que o aumento de produções nacionais também leva mais pessoas à literatura e estimula novos escritores. Ao mesmo tempo, ela diz que a escrita ainda não é tratada como profissão no Brasil e que falta incentivo às artes nas escolas.

A autora conta que visita anualmente o colégio de um antigo professor para conversar com alunos sobre arte e carreira. Para quem deseja seguir esse caminho, recomenda amar o trabalho e manter dedicação intensa, além de agir com racionalidade diante das dificuldades.

Ao falar sobre adaptações, Ray reconhece que mudanças podem chatear leitores, mas considera necessário fazer ajustes para que a história funcione nas telas. Segundo ela, o essencial é preservar o que levou o público a amar e se conectar com a obra.

Entre seus projetos dos sonhos, a roteirista cita “Lugar Feliz”, de Emily Henry. No Brasil, menciona possíveis adaptações de “Conectadas”, de Clara Alves, de livros de Vinícius Grossos, de “Viralizou”, de Juan Jullian, e de “Bala no Alvo e Dente de Leão”, de Ju Domingues.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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