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Dono do Napoli diz que quis atirar em Infantino e elogia Copa de 2026
Esportes

Dono do Napoli diz que quis atirar em Infantino e elogia Copa de 2026

Aurelio De Laurentiis afirmou que mudou de opinião sobre o presidente da FIFA após acompanhar a organização do Mundial.

O proprietário do Napoli, Aurelio De Laurentiis, afirmou que chegou a querer “atirar” no presidente da FIFA, Gianni Infantino, mas mudou de opinião depois de acompanhar a organização da Copa do Mundo de 2026. A declaração foi dada durante uma cerimônia em que recebeu um prêmio pelo conjunto de sua obra da Associação de Imprensa Estrangeira da Itália.

De Laurentiis, de 77 anos, disse que questionava a atuação de Infantino e suas viagens para encontros com líderes políticos, entre eles Donald Trump e Vladimir Putin. A avaliação mudou após o dirigente assistir a partidas do torneio realizado nos Estados Unidos, Canadá e México.

“Não, dou o braço a torcer, tenho que dizer parabéns”, afirmou De Laurentiis ao comentar a estrutura dos estádios e a organização da competição. A Copa teve 48 seleções e 104 partidas.

O dono do Napoli também criticou o cenário do futebol europeu. Ele questionou a finalidade da Liga Europa e da Conference League e afirmou que esses torneios servem principalmente para conquistar votos em eleições internas de entidades esportivas que, na avaliação dele, não têm supervisão legislativa adequada.

Críticas e propostas para o futebol

As críticas de De Laurentiis ao modelo tradicional do esporte já haviam aparecido em entrevista concedida em abril. Na ocasião, ele defendeu a redução do tempo das partidas para 25 minutos por etapa, sob o argumento de que o público jovem perde a paciência com o ritmo lento do futebol exibido pela televisão.

Infantino confirmou a candidatura à eleição prevista para março de 2027, na tentativa de obter seu quarto e último mandato, com permanência no cargo até 2031. O presidente da FIFA enfrenta oposição de federações como Itália, Suécia, Escócia e Nova Zelândia, além de críticas da UEFA e de Sandor Csanyi, vice-presidente do Conselho da FIFA.

A Confederação Africana de Futebol declarou apoio unânime a Infantino. Ele também mantém respaldo de parte da Conmebol, de ex-jogadores e do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O prazo para formalização de chapas termina em 18 de novembro. Até o momento, Infantino é o único candidato declarado; Victor Montagliani, presidente da Concacaf, é apontado como o nome mais cotado para liderar uma candidatura alternativa.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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