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Rob Gough leiloa camisa de Jordan e investe na liga de jai alai
Esportes

Rob Gough leiloa camisa de Jordan e investe na liga de jai alai

Peça usada nas Finais da NBA de 1998 já recebeu lance de US$ 10 milhões; empresário também comprou o controle da WJAL.

A camisa usada por Michael Jordan no Jogo 3 das Finais da NBA de 1998 está em leilão na plataforma Joopiter, com lance inicial de US$ 10 milhões. A estimativa de venda varia entre US$ 10 milhões e US$ 15 milhões, o que pode levar a peça a superar o recorde anterior de US$ 10,1 milhões para uma camisa de basquete.

Jordan vestiu a regata pelos Chicago Bulls na partida vencida por 96 a 54 contra o Utah Jazz. O recorde anterior havia sido estabelecido em 2022, também com uma camisa do jogador da mesma temporada.

A peça pertence ao ator e empresário Rob Gough, que ficou conhecido no mercado de colecionáveis esportivos por compras de alto valor. Em 2021, ele pagou US$ 5,2 milhões por um card de Mickey Mantle de 1952. O item é avaliado atualmente entre US$ 20 milhões e US$ 30 milhões.

Gough também acumulou a última camisa usada por Wayne Gretzky na NHL, comprada por US$ 715 mil; a regata de Kobe Bryant no Jogo 1 das Finais de 2010, adquirida por US$ 462 mil; e um manto de calouro de Wilt Chamberlain da temporada 1959–60, comprado por US$ 1,79 milhão.

Novo foco empresarial

Depois de anos dedicado ao colecionismo, Gough passou a direcionar seus negócios para o jai alai. No mês passado, adquiriu o controle da World Jai Alai League (WJAL), organização sediada em Miami, nos Estados Unidos.

A liga promove, gerencia e expande a prática do esporte, originado no País Basco, região da Espanha. A modalidade é disputada com uma cesta curva chamada xistera, e a bola pode alcançar velocidades de até 300 km/h.

Com a aquisição, Gough se tornou o primeiro investidor a comprar equipes do jai alai, em vez de seguir o modelo tradicional de licenciamento sazonal. A WJAL passou a comercializar equipes em perpetuidade, apostando na exclusividade e na raridade dos ativos.

“Com o jai alai, tenho a oportunidade de ajudar a construir a história do esporte, e não apenas colecioná-la”, afirmou Gough. Em 2026, o mercado de colecionáveis esportivos registrou mais de 50 vendas de sete dígitos, conforme o índice Card Ladder.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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