A apresentadora de televisão Sarah Khalifa e outras 11 pessoas foram condenadas à morte no Egito em um processo relacionado ao tráfico de drogas. A decisão foi tomada pelo Tribunal Criminal do Cairo.
O grupo foi considerado culpado de formar uma quadrilha para importar materiais usados na fabricação de drogas sintéticas destinadas ao tráfico. Khalifa e os demais condenados podem recorrer ao Tribunal de Cassação, a maior instância criminal do país.
O advogado da apresentadora afirmou que vai contestar a sentença. Ela, que já trabalhou em vários canais egípcios e é conhecida como personalidade da mídia, foi presa no Cairo em abril do ano passado durante as investigações.
Outros réus
Outros nove réus receberam prisão perpétua, enquanto sete foram absolvidos de todas as acusações apresentadas pelo Ministério Público.
De acordo com os promotores, os integrantes do grupo tinham funções divididas. Alguns cuidavam da importação da matéria-prima; outros, da fabricação e da distribuição das drogas.
Os investigadores disseram ter apreendido mais de 750 quilos de drogas e materiais usados na produção. A condenação à morte ainda pode ser analisada pelo Tribunal de Cassação após a apresentação dos recursos.








