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DNA exclui americano de assassinato e ele deixa corredor da morte após 41 anos
Foto: Photo by Rick Egan-Pool/Getty Images/Getty Images
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DNA exclui americano de assassinato e ele deixa corredor da morte após 41 anos

Douglas Stewart Carter foi solto sob fiança após exames mostrarem que seu material genético não estava ligado ao crime em Utah.

Douglas Stewart Carter deixou o corredor da morte nos Estados Unidos após 41 anos, depois que novos exames de DNA indicaram que ele não estava ligado ao assassinato de Eva Olesen. Ele foi libertado sob fiança na segunda-feira 28 e terá de usar um monitor GPS.

Olesen foi morta em sua casa em Provo, Utah, em fevereiro de 1985. Ela foi esfaqueada várias vezes e baleada na parte de trás da cabeça. A vítima era tia de um chefe de polícia local.

Promotores afirmaram que a análise genética excluiu Carter da lista de suspeitos. As amostras dele não correspondem ao sangue encontrado em uma maçaneta nem ao material retirado do cabo da faca usada no crime.

Condenação e novas provas

A Suprema Corte estadual determinou um novo julgamento ao apontar má conduta de investigadores. Um juiz autorizou a saída sob fiança, apesar da oposição da família de Olesen.

Carter sempre declarou ser inocente e disse que sua confissão foi obtida sob coerção. Ele havia sido condenado com base nesse depoimento e na declaração de duas testemunhas que afirmaram que ele se gabou do assassinato. Não havia evidências físicas que o ligassem à cena do crime.

Natural de Chicago, Carter vivia com a mãe em Utah quando Olesen foi morta. Documentos judiciais indicam que a polícia suspeitava que ele tivesse cometido o crime durante uma tentativa de roubo. Depois de fugir de Utah por acreditar que era procurado em outro caso, ele foi localizado em Nashville, Tennessee, onde assinou a confissão durante um interrogatório.

Os advogados de Carter também afirmaram que testemunhas haviam visto um homem branco deixando o local e que um investigador escondeu provas que apontavam para Orla Olesen, marido da vítima. Em 2011, essas testemunhas disseram que receberam dinheiro e presentes da polícia e foram ameaçadas de deportação para depor contra Carter. Orla Olesen morreu em 2009.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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