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Empresas de apostas avaliam ações contra governo após anúncio de proibição
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Empresas de apostas avaliam ações contra governo após anúncio de proibição

Setor considera recorrer à Justiça por danos materiais e morais e afirma que eventual medida provisória não encerraria as atividades imediatamente.

Empresas de apostas avaliam recorrer à Justiça e cobrar do governo federal indenizações por danos materiais e morais após o anúncio de proibição das bets pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na sexta-feira (25/9).

Representantes do setor afirmam que o país já tem uma das legislações mais rigorosas do mundo. Também sustentam que uma eventual medida provisória não encerraria as atividades de forma imediata, porque o texto precisaria ser analisado e convertido em lei pelo Congresso Nacional.

O presidente da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), Plínio Lemos Jorge, disse que o setor ainda teria até 120 dias para a tramitação parlamentar da medida. “o setor não acaba amanhã”, afirmou, antes da apresentação formal da proposta.

As empresas dizem que pretendem cumprir as determinações oficiais e não planejam adotar manobras para driblar a fiscalização ou transferir operações para domínios estrangeiros voltados ao público brasileiro. Ao mesmo tempo, classificam uma eventual proibição como um equívoco econômico e regulatório.

Possíveis medidas judiciais

Segundo Plínio Lemos Jorge, cada empresa regulada pagou uma outorga de R$ 30 milhões para explorar o serviço de apostas de quota fixa por cinco anos no país. Ele afirmou que as associações ainda discutem como reagir e que uma ação judicial é uma possibilidade concreta.

“Haverá ainda 120 dias para mostrarmos todos os efeitos negativos que o país terá em acabar com esse mercado regulado, que gera empregos e impostos para o país”, disse o presidente da ANJL.

As empresas também argumentam que a conversão da medida provisória em lei dependerá de aprovação do Congresso Nacional. Por isso, consideram que a eventual mudança não produziria o encerramento imediato das operações. O setor afirma ainda que seguirá a legislação brasileira e as normas de regulamentação em vigor.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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