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Documentário sobre Elon Musk reúne críticas, IA e atuação no governo dos EUA
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Documentário sobre Elon Musk reúne críticas, IA e atuação no governo dos EUA

Filme de Alex Gibney tem 225 minutos, usa um avatar de IA de Musk e aborda sua passagem pelo governo de Donald Trump.

O documentário Musk, dirigido por Alex Gibney, estreou no Festival de Cinema de Veneza com 225 minutos de duração e um intervalo de 10 minutos. O filme traça um perfil do empresário, chefe da SpaceX e apontado como o homem mais rico do mundo.

Gibney, vencedor do Oscar por Um Táxi para a Escuridão e Enron - Os Mais Espertos da Sala, tentou entrevistar Musk, mas não conseguiu. Quando o projeto foi anunciado, em março de 2023, Musk afirmou nas redes sociais que seria uma matéria difamatória. O diretor respondeu: “Como você sabe?”.

Avatar e música nos créditos

Sem uma entrevista inédita, o filme usa um avatar de Musk gerado por inteligência artificial para reproduzir declarações públicas do empresário. A escolha também se relaciona à crença de Musk de que a humanidade pode viver em uma simulação criada por seus descendentes.

David Byrne coescreveu a música Let Me Sell You a Dream, exibida nos créditos finais. A letra reúne frases ditas por Musk no passado. O astrofísico Adam Becker contesta o plano de colonizar Marte: “Isso não vai acontecer”, diz ele, citando a baixa gravidade, a alta radiação, a falta de ar e a presença de substâncias tóxicas no solo.

Musk, por sua vez, defendeu sua capacidade de antecipar o futuro em uma entrevista de julho: “Sou muito bom em prever o futuro”.

Passagem pelo governo

A atuação de Musk no Departamento de Eficiência Governamental, ligado ao presidente Donald Trump, é um dos focos do documentário. Zoë Schiffer afirma que ele teria aplicado no governo uma estratégia semelhante à usada após a compra do Twitter, com cortes de pessoal e orçamento.

O filme também usa cenas de O Homem que Fazia Milagres, produção britânica de 1937 baseada em uma história de H.G. Wells. Na trama, um homem recebe poderes ilimitados, exige mudanças imediatas dos líderes mundiais e acaba destruindo o planeta sem querer.

As críticas exibidas após a estreia em Veneza foram amplamente positivas. Musk criticou a produção no X e a classificou como um ataque difamatório e entediante por quatro horas.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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