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Sheinbaum responde a Trump e reafirma soberania do México
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Sheinbaum responde a Trump e reafirma soberania do México

Presidente mexicana reagiu a imagens compartilhadas por Trump sobre países da região, a Lua e o estado do Novo México.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, respondeu nesta segunda-feira, 7, a publicações de Donald Trump e afirmou que o país não será subordinado a nenhuma nação estrangeira. A reação ocorreu horas depois de o presidente dos Estados Unidos divulgar uma imagem com Canadá, México, Groenlândia, Cuba e outros países da América Central sob a bandeira americana.

Em uma publicação no X, antigo Twitter, Sheinbaum disse que o México é uma nação livre, independente e soberana. “México no es ni será colonia ni protectorado de ningún país extranjero”, escreveu a presidente.

A imagem foi publicada em meio a uma sequência de provocações de Trump contra países da região. Na mesma segunda-feira, ele compartilhou um mapa em que o estado americano do Novo México aparece com o nome de “Nova América”. Em outra montagem, o nome foi apresentado em inglês como “New America”. Trump afirmou que muitas pessoas teriam sugerido a mudança, mas não esclareceu se a publicação era uma proposta ou uma brincadeira.

Publicações sobre a Lua

No domingo, 6, Trump publicou uma imagem da Lua acompanhada da frase “The Moon Is Ours”, traduzida como “A Lua é nossa”. O conteúdo fez parte de uma série de imagens e memes publicados pelo presidente, incluindo representações em cenários futuristas, robôs e temas ligados à política e às relações internacionais.

Trump afirmou posteriormente que muitos dos conteúdos foram produzidos com inteligência artificial. Nos últimos meses, ele tem usado imagens e memes gerados por IA no Truth Social, combinando sátira, promoção política e representações fictícias.

As regras internacionais citadas no material não reconhecem a propriedade de nenhum país sobre a Lua. O Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado pelos Estados Unidos e por mais de 100 países, determina que o espaço sideral, a Lua e outros corpos celestes não podem ser alvo de apropriação nacional. O acordo permite a exploração e o uso do espaço, enquanto interpretações jurídicas admitem a extração de recursos por países e empresas privadas, sem que isso represente soberania sobre a Lua.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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