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Pesquisa aponta desconfiança de 45% dos eleitores no STF
Foto: Rosinei Coutinho/STF
Política

Pesquisa aponta desconfiança de 45% dos eleitores no STF

Levantamento mostra que 68% são totalmente favoráveis à abertura de impeachment contra ministros ligados à crise na Corte.

A desconfiança em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF) alcança 45% dos eleitores brasileiros, aponta pesquisa Indexa/Broadcast divulgada nesta terça-feira (14). O levantamento foi realizado em meio à crise mencionada na avaliação sobre a Corte.

De acordo com os dados, 10% afirmam confiar muito no STF, enquanto 32% dizem confiar pouco. Outros 5% não sabem ou não responderam, e 8% declararam não ter conhecimento suficiente para avaliar a instituição.

Na avaliação sobre os responsáveis pela crise, Alexandre de Moraes aparece com 46% das menções. André Mendonça é apontado por 16%, seguido por Dias Toffoli, com 6%. Flávio Dino tem 4%, e Edson Fachin, 3%. Outros 2% atribuem a responsabilidade a algum ministro não especificado.

Além disso, 10% dizem não conhecer o assunto o suficiente para responder. Para 5%, não existe crise no STF, enquanto outros 5% afirmam que nenhum dos ministros é responsável. A parcela dos que não sabem ou não responderam é de 3%.

Critérios nas decisões

Sobre Alexandre de Moraes, 45% avaliam que o ministro baseia suas decisões em critérios políticos. Para 16%, os critérios são técnicos e jurídicos; 24% consideram que ele utiliza os dois tipos. Outros 11% não conhecem o assunto o suficiente para avaliar, e 4% estão indecisos.

Em relação a André Mendonça, 33% apontam o uso de critérios técnicos e políticos, enquanto 28% citam critérios políticos. A combinação das duas alternativas é indicada por 17%. Outros 20% não se consideram informados o suficiente, e 2% estão indecisos.

Impeachment

A abertura de um processo de impeachment contra ministros envolvidos na crise do STF tem apoio total de 68% dos entrevistados. Outros 9% são mais favoráveis do que contrários. Já 4% são mais contrários, e 15% se dizem totalmente contra o afastamento.

A pesquisa ouviu 2.000 entrevistados de 10 a 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03482/2026 e foi contratado pela Agência Estado.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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