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Como ajustar a alimentação de cães idosos e preservar a saúde do pet
Foto: Stephen Noble/Unsplash
Saúde

Como ajustar a alimentação de cães idosos e preservar a saúde do pet

Com o envelhecimento, cães precisam de menos calorias, mais proteínas magras, gorduras boas, fibras e acompanhamento veterinário.

As necessidades nutricionais dos cães mudam com o envelhecimento. A perda natural de massa muscular e óssea, associada à redução da atividade física, exige ajustes na alimentação. Essa transição costuma ocorrer por volta dos oito anos de vida do animal.

Existem rações específicas para cães idosos, que ajudam a manter uma dieta equilibrada. Mesmo assim, animais acostumados a receber comida de pessoas podem continuar interessados nesses alimentos, o que torna necessário rever o cardápio.

A proteína continua importante, mas deve vir, de preferência, de carnes com bom valor nutricional e menos gordura, como frango e alguns tipos de peixe. Como o cão idoso tende a gastar menos energia, também é necessário reduzir a ingestão de calorias, o que pode envolver porções menores e menos alimentos gordurosos.

A gordura não deve ser eliminada completamente. O ideal é priorizar as chamadas gorduras boas, como ômega-3 e ômega-6, associadas à saúde neurológica e das articulações. Peixes, linhaça e rações que contenham esses nutrientes são opções citadas para a dieta.

A vitamina E também pode contribuir para a ação dos ômegas e tem efeito antioxidante. O nutriente está presente em alimentos como ovos cozidos e batata-doce. Além disso, pode ajudar no controle da inflamação crônica e na saúde imunológica.

Fibras, hidratação e suplementos

Alimentos ricos em fibras favorecem o funcionamento gastrointestinal. A hidratação também merece atenção, porque cães mais velhos podem beber menos água por causa da menor sensação de sede, de alterações metabólicas e da redução da mobilidade.

Uma medida recomendada é espalhar mais potes de água pela casa. A troca da ração seca pela úmida pode ser considerada quando houver indicação profissional.

Com o avanço da idade, as consultas ao médico veterinário devem se tornar mais frequentes. O profissional pode avaliar alterações, indicar vitaminas ou minerais e analisar a necessidade de probióticos para a saúde digestiva. A suplementação depende das condições individuais do cão e não deve ser feita sem orientação veterinária.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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