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Semaclique é aprovado para diabetes tipo 2, mas ainda não chegou às farmácias
Foto: Divulgação/Veja Saúde
Saúde

Semaclique é aprovado para diabetes tipo 2, mas ainda não chegou às farmácias

Nova caneta de semaglutida será usada com prescrição médica; preço ao consumidor ainda não foi divulgado.

A Anvisa aprovou a Semaclique, nova caneta de semaglutida sintética para adultos com diabetes tipo 2 que não conseguem controlar adequadamente a doença. O medicamento foi oficializado em agosto de 2026, mas ainda não chegou às farmácias, e não há data informada para o início das vendas.

A indicação deve ser acompanhada de alimentação adequada e atividade física. O registro não inclui o tratamento da obesidade.

Relação com Ozempic e Ozivy

A Semaclique não é genérica nem similar do Ozempic. Os dois medicamentos contêm semaglutida, mas o Ozempic utiliza uma versão biológica da substância, enquanto a Semaclique é um medicamento similar do Ozivy, cuja semaglutida é obtida por síntese química.

De acordo com a Anvisa, a Semaclique pode substituir o Ozivy, que serviu como referência para o registro. Essa equivalência regulatória, porém, não autoriza a troca da caneta ou da dose por conta própria. A dose e as mudanças no tratamento devem seguir a prescrição médica.

Aplicação e conservação

A aplicação é subcutânea e feita uma vez por semana, com uma caneta multidose. As apresentações têm semaglutida na concentração de 1,34 mg/mL, em volumes de 1,5 mL e 3 mL.

Antes e depois do início do uso, o produto deve ser mantido em geladeira, entre 2 °C e 8 °C. A venda exige receita médica em duas vias.

O registro é da Germed, vinculada à EMS, e a comercialização será feita pela Brace Pharma.

Efeitos colaterais e preço

Os efeitos indesejados mais comuns são gastrointestinais, como náusea, vômito, diarreia e outros desconfortos. O acompanhamento médico ajuda a avaliar situações como desidratação depois de vômitos ou diarreia e a necessidade de ajuste da dose.

Ainda não há preço de venda ao público confirmado. A lista oficial da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) serve como referência para o preço máximo ao consumidor, que varia conforme a apresentação e a tributação de cada estado.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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