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Eletrificação muda experiência dos esportivos em teste no circuito de Interlagos
Brasil

Eletrificação muda experiência dos esportivos em teste no circuito de Interlagos

Márcio Gomes dirigiu um modelo elétrico com orientação de Jorge Moraes e alcançou 170 km/h durante a volta.

A força imediata dos carros elétricos pode mudar a percepção de quem está acostumado aos motores a combustão, segundo o colunista do CNN Turbo Jorge Moraes. Para ele, o equilíbrio entre as tecnologias é capaz de produzir uma experiência diferente ao volante, inclusive para entusiastas de esportivos.

A avaliação ocorreu no Autódromo de Interlagos, onde Moraes e o âncora da CNN Márcio Gomes testaram modelos esportivos elétricos. A atividade integrou uma edição do CNN Turbo sobre a mudança de marcas tradicionais, que vêm substituindo motores a combustão por sistemas de propulsão elétrica.

Tradição e desempenho

A eletrificação de modelos conhecidos, como o Mustang, foi apresentada como um tema que divide opiniões entre os fãs do automobilismo. Moraes afirmou que a transformação faz parte de um movimento natural do mercado, embora os admiradores mais tradicionais ainda valorizem o som e a resposta dos motores movidos a gasolina.

“O purista sempre vai querer o ronco, sempre vai querer o motor a combustão”, disse o colunista.

Durante o teste, Gomes dirigiu o esportivo elétrico com a orientação de Moraes. O apresentador passou por trechos do autódromo, entre eles o “S do Senna”, e chegou a 170 km/h sem perceber, conforme o relato feito durante o percurso.

“Já chegou aos 170 km/h, você não percebeu”, comentou Moraes ao conduzir a experiência.

O encontro também reuniu modelos antigos e novos em um festival dedicado ao conhecimento sobre automóveis e suas tecnologias. Para Gomes, o contato com esses recursos pode influenciar o comportamento dos motoristas no dia a dia. Moraes concordou e afirmou que esse tipo de conhecimento geralmente não é transmitido por vendedores ou autoescolas a quem está tirando a CNH ou comprando um veículo.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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