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Diagnóstico raro é descoberto após amizade iniciada em aplicativo
Foto: Instagram/@maaria_vieira
Brasil

Diagnóstico raro é descoberto após amizade iniciada em aplicativo

Maria Paula Vieira recebeu o diagnóstico de eritromelalgia primária com Síndrome de Olmsted após anos de sintomas sem explicação.

A fotógrafa, jornalista, atriz e modelo Maria Paula Vieira descobriu a causa de sintomas que a acompanhavam desde a infância depois de conhecer um estudante de medicina em um aplicativo de relacionamento. A investigação confirmou eritromelalgia primária com Síndrome de Olmsted.

Maria Paula relatou a trajetória nas redes sociais e explicou que conheceu Lucas no Tinder. Os dois se tornaram amigos, e o estudante a apresentou ao dermatologista Paulo Ricardo Criado, professor na Faculdade de Medicina do ABC. Foi o médico quem identificou a possibilidade da doença.

Para confirmar a condição, Maria Paula precisou passar por um exame genético. O resultado foi positivo para eritromelalgia primária associada à Síndrome de Olmsted.

A eritromelalgia primária afeta os vasos sanguíneos e pode provocar dor intensa e sensação de queimação nos pés e nas mãos. A Síndrome de Olmsted é marcada pelo espessamento da pele nas palmas das mãos e nas plantas dos pés. No caso de Maria Paula, também causa atrofias nas articulações.

Em 2024, ela contou que o diagnóstico permitiu compreender melhor os sintomas, afastar a ideia de que eles seriam fruto da imaginação e buscar um tratamento mais direcionado. Maria Paula também destacou que há pouca informação sobre as duas doenças.

Conteúdo nas redes sociais

Maria Paula usa o perfil no Instagram para falar sobre sua rotina como pessoa com deficiência, alertar para a falta de acessibilidade em serviços gerais e discutir temas sociais.

Em uma publicação sobre campanhas de prevenção ao suicídio, a fotógrafa defendeu que o SUS e os convênios mantenham o fornecimento de medicamentos para pessoas que dependem desses tratamentos. Ela também abordou a importância de educar crianças para uma sociedade anticapacitista.

“Falar de cuidado também é falar sobre as condições que permitem que uma pessoa viva, participe, escolha, sonhe e tenha motivos para continuar”, escreveu.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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