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Flávio Bolsonaro lidera previsões em plataformas de mercados eleitorais
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Brasil

Flávio Bolsonaro lidera previsões em plataformas de mercados eleitorais

Senador aparece com 59% de chance na Kalshi e 58% no Polymarket; plataformas não fazem pesquisas eleitorais e apostas políticas são proibidas no Brasil.

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece como favorito nas previsões da Kalshi e do Polymarket para a eleição presidencial de outubro. Os dados foram atualizados até a noite deste domingo (20), e as plataformas não seguem critérios metodológicos de pesquisas eleitorais.

Na Kalshi, o senador e candidato à Presidência registra 59% de probabilidade de vitória. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, tem 42%. Renan Santos, do Missão, aparece com 0,8%, enquanto Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) têm menos de 0,1% cada.

No Polymarket, Flávio tem 58% das previsões de vitória, e Lula aparece novamente com 42%. Renan Santos registra 1% de chance. Ronaldo Caiado, Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema aparecem, cada um, com menos de 1%.

Como funcionam as plataformas

A Kalshi e o Polymarket são plataformas internacionais de mercados de previsões. Nelas, participantes negociam contratos ligados à possibilidade de eventos futuros acontecerem, usando dinheiro real, geralmente em criptomoedas. Os preços dos contratos mudam conforme a demanda.

No caso das eleições, os contratos são associados a resultados políticos. As porcentagens divulgadas não representam intenção de voto e não são calculadas com amostragem representativa da população.

Regra brasileira

Em abril, o CMN (Conselho Monetário Nacional) aprovou uma resolução que proíbe, no Brasil, a oferta e a negociação de apostas ligadas a temas políticos, eleitorais, sociais, culturais ou de entretenimento por plataformas de mercados preditivos.

A norma trata da organização e do funcionamento do mercado de derivativos e não se aplica às bets. Essas empresas operam em um modelo no qual o acerto da aposta resulta no pagamento de um prêmio fixo.

Com a resolução, as plataformas ficam impedidas de oferecer apostas sobre eleições, jogos, reality shows e outros eventos que não sejam econômicos, conforme os critérios da CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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