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Tribunal iraquiano aplica pena por anúncio enganoso de carne suína
Brasil

Tribunal iraquiano aplica pena por anúncio enganoso de carne suína

A condenação ocorreu porque o produto foi apresentado aos clientes como carne bovina, e não pela venda de carne suína no país.

A legislação do Iraque não proíbe a venda de carne suína. Mesmo assim, a Suprema Corte do Iraque condenou um açougueiro a 10 anos de prisão por anunciar carne de porco como se fosse bovina.

A sentença foi dada na segunda-feira (14), com base na lei que impede a comercialização de carne considerada não apropriada para consumo humano. O caso aconteceu em Najaf, cidade considerada sagrada para o Islã.

Um morador de Najaf contou que comprou um quilo de carne moída por um preço abaixo do mercado. Ele disse que não suspeitou de que o produto tivesse sido trocado.

Venda de carne suína

A carne de porco é considerada impura pelos muçulmanos, mas sua comercialização é permitida pela legislação iraquiana. Parte da população, como a minoria cristã, não segue as normas do Alcorão.

A divulgação do produto como carne bovina foi o principal argumento usado no processo. A prisão do açougueiro, ocorrida no início do mês, repercutiu nas redes sociais do Iraque e provocou debate sobre a segurança de alimentos vendidos como halal, ou permitidos pelo Islã.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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