São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% São Paulo 23°C 18° / 28°
A notícia como ela é
Brasil

Policial é presa em investigação sobre flagrante contra pai e filho em BH

A Corregedoria da Polícia Civil de Minas Gerais investiga três agentes após imagens levantarem dúvidas sobre uma operação em Belo Horizonte.

Uma policial civil foi presa nesta sexta-feira (18/9) em Belo Horizonte, durante uma investigação sobre a suspeita de que agentes teriam forjado um flagrante contra um pai e o filho dele. A ordem de prisão cautelar foi expedida pela Justiça e cumprida pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). O caso é conduzido pela Corregedoria Geral de Polícia Civil e tramita em sigilo.

Os dois homens tiveram a prisão preventiva revogada pela Justiça na quinta-feira (17/9). Eles estavam presos desde uma operação realizada em 7 de agosto, quando policiais foram a um imóvel na Avenida Otacílio Negrão de Lima, na Região da Pampulha, para cumprir uma ordem de busca e apreensão.

Na ocasião, foram encontrados uma pistola Glock calibre 9 mm, carregada e adaptada para efetuar disparos automáticos, além de 42 munições do mesmo calibre, rádios comunicadores e um tablete de substância semelhante à maconha.

Investigação sobre a operação

A procedência da droga passou a ser questionada depois que imagens feitas durante a ação levantaram suspeitas sobre a conduta dos agentes. Três policiais civis que participaram da operação são investigados. Além da policial presa nesta sexta, outro agente foi detido no início da semana.

Ao decidir pela soltura do pai e do filho, a juíza Fernanda Chaves Carreira Machado, da 1ª Vara das Garantias da Comarca de Belo Horizonte, afirmou que ainda não há conclusão sobre eventual ilegalidade na operação ou possível montagem do flagrante. Para a magistrada, esses pontos precisam ser esclarecidos durante a apuração, com produção de provas e direito de manifestação das partes.

A decisão permitiu que os dois respondam ao processo em liberdade, desde que cumpram medidas como manter atualizados o endereço e o telefone. A juíza também considerou frágeis os elementos que apontam ligação dos investigados com as armas e as drogas apreendidas.

A PCMG não informou se houve medida ou decisão judicial contra os outros dois policiais investigados. A defesa da policial presa ainda não havia se manifestado.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5