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Bolsas de Nova York recuam com petróleo e juros dos Treasuries em alta
Foto: 09/03/2020REUTERS/Carlo Allegri
Economia

Bolsas de Nova York recuam com petróleo e juros dos Treasuries em alta

Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq caíram antes da divulgação da inflação ao consumidor dos Estados Unidos.

As bolsas de Nova York encerraram a quinta-feira (10) em baixa, pressionadas pela valorização do petróleo e pela alta dos juros dos Treasuries. O movimento aumentou a preocupação dos investidores com a inflação antes da divulgação do índice de preços ao consumidor dos Estados Unidos, o CPI.

O Dow Jones caiu 0,6%, para 52.064,10 pontos. O S&P 500 recuou 0,58%, aos 7.591,70 pontos, enquanto o Nasdaq perdeu 0,65% e terminou o pregão em 26.081,72 pontos. Dez dos 12 setores do S&P 500 fecharam no campo negativo.

O petróleo subiu mais de 6% em meio às trocas de ataques nos estreitos de Ormuz e Bab-al-Mandeb, que afetam o fluxo da commodity na Península Arábica. Os juros dos Treasuries acompanharam o movimento, e a taxa da T-note de 10 anos voltou a se aproximar de 5%.

As empresas de semicondutores lideraram as perdas, diante do receio de que a energia mais cara pressione a inflação e leve o Federal Reserve a manter juros mais altos. Intel e Micron Technology recuaram cerca de 5%. Nvidia caiu mais de 2%.

Adobe e Oracle também fecharam em baixa, de 2% e 5%, respectivamente, antes da publicação dos balanços após o encerramento dos mercados. Na direção oposta, a Apple avançou 3,5% depois de anunciar o iPhone Duo, seu primeiro smartphone dobrável, por US$ 2000.

Inflação e cenário internacional

O noticiário sobre a guerra no Oriente Médio se sobrepôs aos dados mais fracos do índice de preços ao produtor dos Estados Unidos, o PPI. Chris Osmond, analista da Fifth Third Wealth Advisors, afirmou que houve altas expressivas nas tarifas aéreas e nos custos de saúde, apesar da relativa fraqueza do índice cheio.

“Tudo isso combinado com os preços elevados do petróleo e uma reunião do Federal Reserve (Fed) na próxima semana, os investidores estão vendo a leitura como inflacionária”, disse Osmond.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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