A China reduziu para US$ 618 bilhões sua posição em títulos do Tesouro dos Estados Unidos em julho, o menor nível desde agosto de 2008. Os dados são do Departamento do Tesouro dos EUA.
A queda ocorre em meio à mudança na gestão das reservas internacionais chinesas e às tensões econômicas entre China e Estados Unidos. O volume registrado em julho equivale a menos da metade do pico de novembro de 2013, quando Pequim mantinha mais de US$ 1,3 trilhão em papéis soberanos americanos.
Outros ativos americanos
Na parcela de longo prazo, os dados do TIC mostram que a posição chinesa em Treasuries caiu de US$ 588,778 bilhões em junho para US$ 578,345 bilhões em julho.
Considerando também títulos de agências governamentais, títulos corporativos e outros ativos, o total de papéis americanos de longo prazo em mãos chinesas recuou de US$ 1,162 trilhão para US$ 1,135 trilhão.
A participação estrangeira em Treasuries também caiu ao menor nível em nove meses. Apesar disso, o Tesouro americano registrou entrada líquida total de US$ 83,7 bilhões pelo TIC, que reúne títulos de longo e curto prazo e fluxos bancários.
No período, estrangeiros compraram, em termos líquidos, US$ 40,6 bilhões em títulos americanos de longo prazo.








