São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% São Paulo 23°C 18° / 28°
A notícia como ela é
Uefa busca candidato capaz de derrotar Infantino e liderar reforma na Fifa
Foto: UEFA via Getty Images
Esportes

Uefa busca candidato capaz de derrotar Infantino e liderar reforma na Fifa

Laura McAllister afirma que a entidade europeia não exige um candidato europeu, mas quer uma plataforma clara de mudanças na governança.

A Uefa trabalha para encontrar um candidato capaz de derrotar Gianni Infantino nas eleições para a presidência da Fifa e promover uma reforma duradoura na governança do futebol mundial. A informação foi dada pela vice-presidente da entidade europeia, Laura McAllister, nesta quarta-feira (16).

Infantino anunciou que buscará outro mandato nas eleições de março. Para McAllister, os adversários precisam apresentar uma candidatura com chances reais de vitória, e não apenas um nome para fazer oposição simbólica.

A executiva afirmou que o candidato não precisa ser europeu. A prioridade da Uefa é encontrar alguém capaz de unir as confederações e defender um programa de reformas. Entre as medidas citadas estão mais prestação de contas e transparência, o reconhecimento adequado de conflitos de interesse, maior proteção aos denunciantes e uma liderança mais diversificada.

Oposição a Infantino

McAllister rejeitou a avaliação de que a oposição ao presidente da Fifa perdeu força. Segundo ela, a Uefa continua avançando em frentes jurídicas e políticas e mantém o trabalho para formular uma alternativa de governança.

O movimento ganhou força depois do fracasso da proposta de vender a investidores privados uma participação de até 20% nas competições da Fifa, incluindo a Copa do Mundo. A iniciativa enfrentou resistência da Uefa, da AFC e da Concacaf. Federações nacionais europeias também retiraram apoio à reeleição de Infantino, com a Grécia como caso mais recente citado por McAllister.

A vice-presidente disse que os países da Uefa permanecem unidos na defesa de mudanças e que a questão não se limita à permanência de uma pessoa na presidência. A entidade, segundo ela, considera o conteúdo da plataforma mais importante do que a identidade ou a nacionalidade do candidato.

McAllister também afirmou que a Uefa não insistirá em um nome europeu se surgir um candidato confiável de outra confederação. Para ela, é necessário definir primeiro um modelo claro de boa governança no futebol mundial.

Caso Infantino seja reeleito, a executiva disse que o futebol europeu continuará sendo uma força importante no cenário internacional. Ela também afirmou que a liderança da Fifa deveria aprender com o período que, segundo suas palavras, foi considerado pelo esporte uma crise existencial.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5