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Desfile no Irã exibe caixões simbólicos de Trump e Netanyahu
Foto: Divulgação/AFP
Mundo

Desfile no Irã exibe caixões simbólicos de Trump e Netanyahu

Evento em Teerã reuniu integrantes da Basij, mulheres armadas, drones e equipamentos militares em meio à guerra entre Irã, EUA e Israel.

Um desfile militar organizado pelo governo do Irã exibiu nesta sexta-feira, 18, dois caixões simbólicos com imagens do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. O evento reuniu integrantes da milícia Basij e apresentou armas, veículos, drones e baterias antiaéreas.

A manifestação, chamada Janfadayan-e Iran — expressão traduzida como “aqueles que sacrificam suas vidas pelo Irã” — integra uma campanha para estimular civis a participar de treinamentos militares durante a guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel. As autoridades iranianas afirmam que mais de 600 mil pessoas se inscreveram no programa.

Durante o ato, mulheres ligadas à Basij e à Guarda Revolucionária desfilaram carregando fuzis. Também foram apresentados rifles, metralhadoras instaladas em caminhões e drones usados em operações no estreito de Hormuz, rota importante para o transporte mundial de petróleo.

Um dos objetos que simulavam caixões estava coberto pela bandeira dos Estados Unidos e trazia uma imagem de Trump. O outro tinha a bandeira de Israel e uma fotografia de Netanyahu.

O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, acompanhou o desfile ao lado de autoridades militares. Hossein Taeb, novo comandante da Basij, disse que os voluntários estavam preparados para a “defesa” do país.

Guerra e adesão ao treinamento

O conflito começou em fevereiro, após ataques americanos e israelenses, e já dura há mais de seis meses. Não há um acordo definitivo de cessar-fogo.

A televisão estatal iraniana estimou que mais de 300 mil pessoas foram às ruas de Teerã. O governo afirma que centenas de milhares de voluntários aderiram à campanha de treinamento militar, mas os números não foram verificados de forma independente.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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