São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% São Paulo 23°C 18° / 28°
A notícia como ela é
Nunes contesta investigação sobre Wi-Fi e atribui origem a militante do PT
Foto: Redes sociais/Reprodução
Política

Nunes contesta investigação sobre Wi-Fi e atribui origem a militante do PT

Prefeito de São Paulo afirma que informações sobre contrato com o Instituto Conhecer Brasil são falsas e pediu esclarecimentos a Flávio Dino.

O prefeito Ricardo Nunes (MDB) afirmou nesta segunda-feira (14) que a investigação sobre o contrato de Wi-Fi da Prefeitura de São Paulo com o Instituto Conhecer Brasil (ICB) foi baseada em informações falsas apresentadas por um militante do PT. O caso é conduzido pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Nunes disse que a apuração começou após uma representação feita por um filiado ao Partido dos Trabalhadores de Sapucaia do Sul (RS), e não por iniciativa dos órgãos de controle. Segundo o prefeito, a Procuradoria-Geral da República e o Ministério Público Federal declinaram da competência e encaminharam o caso ao Ministério Público Estadual e à Polícia Civil de São Paulo.

O prefeito também criticou o relatório final produzido pelas instâncias paulistas. Para ele, o documento teria reproduzido o relato do militante sem verificar as informações apresentadas.

Comparação de valores

Nunes contestou a afirmação de que a Prodam cobraria 300 reais por ponto, enquanto a Prefeitura pagaria 1.260 reais. O prefeito disse que a comparação deveria ser feita com contratos de Wi-Fi em áreas públicas, e não com a instalação de pontos em escolas.

Como referência, ele citou a gestão do ex-prefeito Fernando Haddad. Segundo Nunes, a administração teria pago 6.999 reais por ponto, além de 12.000 reais para a instalação por praça.

O prefeito também diferenciou o contrato municipal do inquérito ligado ao filme Dark Horse, da produtora Karina Gama. De acordo com Nunes, a investigação no STF envolve o uso de emendas parlamentares, enquanto o acordo da capital é pago integralmente com recursos municipais. “não tem nenhum centavo de emenda”, declarou a jornalistas.

Pedido de esclarecimento

Com o avanço do caso, Nunes disse ter determinado à Procuradoria Geral do Município (PGM) que faça uma consulta formal a Flávio Dino. O objetivo é esclarecer o alcance da decisão judicial e seus efeitos sobre o contrato.

O prefeito afirmou que não é contrário às apurações. Ele defendeu, porém, que o processo esclareça os fatos e não prolongue desgastes políticos na reta final do período eleitoral.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5