A pesquisa BTG/Nexus mostra uma disputa acirrada entre Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva em uma simulação de segundo turno. O senador aparece com 46% das intenções de voto, contra 45% de Lula. Como a diferença é de 1 ponto percentual e está dentro da margem de erro, o resultado é considerado empate técnico.
Na rodada anterior, Lula tinha 46%, enquanto Flávio registrava 45%. No primeiro turno, Lula lidera com 39%. Flávio passou de 33% para 35%. Augusto Cury soma 9%; Ronaldo Caiado e Renan Santos aparecem com 4% cada. Zema, Samara e Rui Costa Pimenta têm 1% cada.
Em outro cenário de segundo turno, Augusto Cury marca 45%, contra 43% de Lula, também dentro de um empate técnico. O presidente registra 46% diante de Caiado, 47% contra Zema e 47% contra Renan Santos. Os adversários têm, respectivamente, 43%, 40% e 39%.
Lula e Flávio aparecem empatados no potencial de voto, com 47% cada. Na rejeição, o senador tem 50%, e Lula, 49%. O levantamento indica ainda que 81% dos eleitores que escolheram algum candidato já tomaram uma decisão definitiva. Na rodada anterior, eram 78%. Entre os eleitores de Lula, 90% não pretendem mudar de candidato. Entre os de Flávio, o índice é de 84%.
STF aguarda manifestações
No Supremo Tribunal Federal, o presidente da Corte, Edson Fachin, deve definir quando será analisado o processo sobre mensagens entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. O ministro André Mendonça liberou o caso para julgamento.
Antes de marcar a análise, Fachin deve aguardar manifestações de Moraes, Mendonça, do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Foi estabelecido prazo de cinco dias úteis para os esclarecimentos.
Também há outro procedimento, separado dos processos originais, sobre a decisão de Moraes que usou relatórios internos da PF para apontar possíveis crimes atribuídos a Mendonça. Fachin deu cinco dias úteis para o ministro e a PGR se manifestarem.
Petróleo volta ao radar
Os contratos com vencimento em novembro fecharam a 97,31 dólares por barril na Bolsa de Londres, com alta de 0,57% na sessão de segunda-feira. A cotação foi influenciada pela notícia de um novo ataque de rebeldes houthis à refinaria da Aramco em Jizan, na Arábia Saudita.
A unidade pode processar 400.000 barris de petróleo por dia. Com a retomada das negociações em Wall Street, o mercado acompanha se a pressão sobre a commodity levará os preços novamente para perto ou acima de 100 dólares por barril.








