O pronunciamento de Luiz Inácio Lula da Silva para o 7 de setembro será exibido em cadeia nacional de televisão e rádio no domingo (6), com duração de 3 minutos e 43 segundos. A transmissão foi autorizada por Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Na fala, Lula defenderá a soberania e a democracia brasileiras e destacará as reservas de terras raras, a água doce e o petróleo descoberto na Foz do Amazonas, na Margem Equatorial, no Amapá. Ele afirmará que essas riquezas devem ser usadas em favor do desenvolvimento do país.
O presidente também mencionará a aprovação, no Congresso Nacional, do marco legal para minerais críticos e terras raras. A proposta permitirá ao Brasil transformar as reservas em desenvolvimento e riqueza, além de estimular tecnologia de ponta e empregos de qualidade, conforme o discurso.
Outro ponto será a relação comercial do Brasil com outros países. Lula dirá que nenhuma nação estrangeira pode determinar de quem o país compra ou para quem vende. Também defenderá a capacidade nacional de proteger o território, as fronteiras, o meio ambiente, as riquezas e a população.
“Não somos, e não seremos colônia de ninguém”, afirmará Lula no pronunciamento. Em outro trecho, ele dirá que defender a independência do Brasil significa defender a soberania e a democracia.
O discurso ainda tratará de oportunidades, independência financeira, acesso à educação, saúde pública, redução da fome, da pobreza e das desigualdades. Lula também citará a Amazônia, a biodiversidade, a transição energética e o enfrentamento da emergência climática.
Além da soberania, os eixos temáticos incluem o enfrentamento à violência contra as mulheres e a Copa do Mundo Feminina de 2027. No 7 de Setembro, Lula participará de atos políticos e terá como único compromisso o desfile na Esplanada dos Ministérios. A cerimônia será institucional, segundo interlocutores, e contará com a apresentação tradicional da tropa das Forças Armadas.








