Como o 7 de Setembro virou palco político no governo Bolsonaro
Entre 2019 e 2022, celebrações da Independência foram usadas em disputas com o STF, o Congresso e na campanha pela reeleição.
Entre 2019 e 2022, celebrações da Independência foram usadas em disputas com o STF, o Congresso e na campanha pela reeleição.
Manifestação teve símbolos dos Estados Unidos e pedidos de intervenção, enquanto Flávio Bolsonaro não citou Daniel Vorcaro nem Donald Trump.
Senador apoiou nomes alinhados ao enfrentamento ao STF durante ato de 7 de Setembro em Belo Horizonte.
Estimativa da USP aponta 28,5 mil pessoas na Avenida Paulista, enquanto organização esperava reunir 100 mil apoiadores.
Cerimônia também destacou a presença feminina nas Forças Armadas, a democracia e a soberania nacional.
Boletim do Instituto Democracia em Xeque registra 62. 700 menções nas primeiras onze horas do feriado, contra 108. 800 no ano anterior.
Presidente participou de desfile em Brasília, enquanto Flávio Bolsonaro liderou ato na Avenida Paulista contra o ministro do STF.
Candidatos participaram de atos em São Paulo, Rio, Goiânia e Brasília e abordaram segurança, corrupção e ciência e tecnologia.
Em pronunciamento de 7 de Setembro, presidente defendeu a soberania brasileira e o uso dos recursos naturais para o desenvolvimento do país.
A menos de um mês do primeiro turno, candidatos terão compromissos em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Salvador.
Presidente participará da cerimônia em Brasília; campanha de Flávio Bolsonaro organiza mobilização na Avenida Paulista.
Senador e candidato à Presidência deve reunir aliados em São Paulo, com críticas ao STF, ao governo Lula e ao cenário econômico.
Presidente destacou riquezas naturais, autonomia nas decisões e condições de vida durante fala transmitida em cadeia nacional.
Discurso do 7 de Setembro abordará soberania, recursos naturais, violência contra as mulheres e a Copa do Mundo Feminina de 2027.