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Câncer raro se espalha e estudante passa a receber cuidados em casa
Foto: Reprodução/GoFundMe
Saúde

Câncer raro se espalha e estudante passa a receber cuidados em casa

Joshua Sealy, de 20 anos, teve o diagnóstico após piora de dores no ombro e dificuldades para controlar a urina.

Joshua Sealy, estudante inglês de engenharia, passou a receber cuidados paliativos em casa depois que exames mostraram a disseminação de um carcinoma de células claras, tipo raro e agressivo de câncer. Aos 20 anos, ele foi informado de que teria apenas alguns meses de vida e pediu à mãe que tentasse prolongar o tempo que lhe resta.

A doença se espalhou para outras partes do corpo após o tratamento inicial realizado durante o verão. Os médicos afirmam que não há mais opções de cura. Com a piora do quadro, Joshua enfrenta dificuldades para se alimentar. A equipe também disse que ele não pode usar uma sonda de alimentação, porque não se adaptaria ao dispositivo e está muito fraco para novos tratamentos.

Sintomas e diagnóstico

As dores no ombro aumentaram e eram associadas por Joshua ao peso da mochila. Ele também passou a ter dificuldade para controlar a urina, sintoma que havia sido apontado pelos profissionais como um sinal a ser comunicado. Depois disso, foi submetido a uma tomografia.

Antes do exame, a equipe médica suspeitava de um problema na ciática ou de uma hérnia de disco e prescreveu analgésicos fortes. “Pensávamos que iam confirmar uma hérnia de disco”, disse Janice Sealy, mãe do jovem.

O carcinoma de células claras afeta tecidos moles e costuma surgir em estruturas profundas de tendões e músculos, principalmente nas pernas, tornozelos e pés. A doença representa menos de 1% dos casos de todos os sarcomas e geralmente aparece como um caroço em regiões como braços, pernas, tornozelos, pés, estômago ou intestino.

Na adolescência, Joshua recebeu o diagnóstico de autismo, condição que, segundo os médicos, pode dificultar a compreensão sobre a gravidade da doença. Ele disse que queria fazer amigos na faculdade e viver mais.

A irmã mais velha, Molly, criou uma campanha na plataforma GoFundMe para adaptar a garagem da casa e transformá-la em um quarto. “Eu daria tudo para trocar de lugar com ele, mas não posso”, afirmou Janice. A mãe disse que não vai desistir e que o filho voltará para casa para receber os cuidados paliativos.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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