A flexibilidade do gel é um dos principais diferenciais da técnica japonesa para unhas. Por acompanhar o movimento natural da unha, o material pode ajudar a reduzir descolamentos, rachaduras e quebras, segundo a manicure de celebridades Rachel Arreola-Rodriguez.
O produto é mais macio que outros esmaltes em gel e tem uma fórmula que adere à superfície sem danificar ou enfraquecer as unhas naturais. Rachel compara o material a uma “capa de silicone para celular”, justamente por sua capacidade de se adaptar aos movimentos.
Além da proposta de cuidado, o método promete brilho e maior durabilidade. Os géis costumam ser fabricados no Japão e vendidos em potes ou frascos, em vez das embalagens semelhantes às de esmaltes que se tornaram comuns no mercado dos EUA. Para a manicure Paola Ponce, esse formato mantém a forma original de aplicar o esmalte em gel.
Como é feita a manutenção
O gel japonês é mais espesso do que os esmaltes em gel comuns. Por isso, a remoção envolve lixar o produto. Paola Ponce recomenda o chamado reequilíbrio: o gel é reduzido até ficar fino e recebe uma nova camada por cima.
A retirada completa, segundo a profissional, costuma ocorrer quando a cliente decide interromper o uso. Nas manicures em gel tradicionais, o produto geralmente é removido e reaplicado a cada sessão. “Geralmente, eu só removo o gel completamente quando a cliente decide dar um tempo”, explicou Ponce.
A técnica também é apresentada como mais simples de remover e menos prejudicial às unhas. De acordo com Ponce, uma aplicação deve durar pelo menos três semanas. Em muitos casos, o gel permanece até a próxima aplicação.








