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Tatames de Igusa alteram ondas cerebrais e reduzem tensão em teste
Saúde

Tatames de Igusa alteram ondas cerebrais e reduzem tensão em teste

Pesquisa da Universidade de Kyushu relacionou o material japonês a maior engajamento cognitivo e menor ansiedade entre voluntários.

Um estudo da Universidade de Kyushu, no Japão, relacionou o uso de tatames feitos de Igusa a mudanças na atividade cerebral e à redução de tensão e ansiedade. Os resultados foram publicados nessa terça (8/9) na revista Scientific Reports.

O teste contou com 17 voluntários, com idade média de 21,5 anos. Em uma sala à prova de som, parte do grupo se sentou em colchonetes de Igusa, enquanto os demais usaram colchonetes de polipropileno sem perfume. Todos realizaram tarefas simples durante o monitoramento das reações cerebrais.

A equipe utilizou um eletroencefalógrafo (EEG) para registrar a atividade cerebral. Depois das tarefas, os participantes responderam a um questionário psicológico voltado à avaliação dos níveis de estresse.

Mudanças observadas

Os voluntários que usaram o material apresentaram aumento das ondas beta, associadas a maior engajamento cognitivo. Também foram registradas alterações nas ondas gama e alfa, relacionadas, respectivamente, à melhora e à estabilidade durante períodos de tarefa e repouso.

No questionário, os participantes que ficaram nos tapetes de Igusa relataram menos tensão e ansiedade. Entre os que usaram o polipropileno, não houve mudança significativa.

“Contamos com um total de 17 voluntários com idade média de 21,5 anos”, afirmou Kuniyoshi Shimizu, líder do estudo. Segundo ele, a comparação entre as tarefas realizadas sobre o Igusa e as condições de controle mostrou uma diferença significativa.

Material tradicional

O Igusa é uma planta herbácea natural do Japão, usada há séculos na cultura do país. Os tatames produzidos com a planta costumam ser colocados no chão de quartos e de outros cômodos, e estão presentes em diversas casas.

Para os pesquisadores, o odor e a textura do material podem estar relacionados aos efeitos observados. As evidências também podem reforçar o valor do Igusa como material tradicional no Japão.

O estudo, porém, foi feito com um grupo pequeno. A próxima etapa prevista é repetir os testes com uma população maior e mais diversificada para confirmar os dados.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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