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Brasil

Tebet pede proteção à liberdade religiosa após decisão de Mendonça

Candidata ao Senado por São Paulo falou durante ato na Catedral da Sé e criticou restrições a publicações sobre Nossa Senhora Aparecida.

Simone Tebet (PSB) defendeu a proteção da fé de cristãos e não cristãos de matriz afro durante um ato em frente à Catedral da Sé. A candidata ao Senado por São Paulo também criticou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça sobre publicações relacionadas a Nossa Senhora Aparecida.

A declaração foi feita na manhã deste domingo, após uma missa em homenagem à jornalista e ativista dos direitos humanos Amelinha Teles, torturada pela Ditadura e morta na última terça-feira (22/9), aos 81 anos. O evento foi voltado ao eleitorado feminino.

Tebet afirmou que o Estado deve proteger tanto quem acredita quanto quem não tem religião. “A minha mensagem de hoje é: nós precisamos defender a fé”, disse. Ela acrescentou que essa proteção não deveria se limitar à própria crença ou à de um grupo específico.

Decisão questionada

Sem citar nomes, a candidata criticou a ampliação, por Mendonça, de uma decisão judicial em um processo movido pelo candidato à presidência do PL, Flávio Bolsonaro, contra o humorista Antonio Tabet. O caso envolve uma falsa promessa de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.

Segundo a decisão, X, Facebook, Instagram, TikTok e YouTube devem remover publicações já identificadas pela campanha de Flávio Bolsonaro e novos conteúdos que reproduzam o mesmo núcleo factual. A determinação vale para texto, imagem, áudio, vídeo ou meme e dispensa uma nova decisão judicial para cada publicação.

Tebet disse que a medida restringiu publicações de pessoas que, como ela, são católicas e devotas de Nossa Senhora Aparecida. Também afirmou que a decisão atingiu posts do Santuário de Nossa Senhora Aparecida.

Durante o ato, Fernando Haddad (PT), candidato ao governo de São Paulo, defendeu Tebet e Marina Silva (Rede) de ataques atribuídos ao adversário Tarcísio de Freitas (Republicanos) e aos candidatos ao Senado Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL). As críticas ocorreram após as duas serem chamadas de forasteiras por não serem de São Paulo, segundo Haddad.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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