São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% São Paulo 23°C 18° / 28°
A notícia como ela é
Governo terá de ajustar Orçamento de 2027 para absorver novas despesas
Foto: Washington Costa/MF
Economia

Governo terá de ajustar Orçamento de 2027 para absorver novas despesas

Proposta terá de incluir custos maiores do Bolsa Família e do Desenrola 3.0, além da perda de arrecadação com o fim das bets.

A proposta de Orçamento de 2027 terá de ser ajustada para incorporar R$ 27,7 bilhões em novas despesas anunciadas pelo governo federal nas últimas semanas. A União também deverá rever as estimativas de receita, com uma perda de R$ 5,3 bilhões no ano após o fim das bets.

O principal impacto sobre os gastos vem do reajuste do Bolsa Família, estimado em R$ 22,7 bilhões. O Desenrola 3.0 deve acrescentar outros R$ 5 bilhões às despesas. A equipe econômica afirma que os valores serão remanejados no PLOA, o Projeto de Lei Orçamentária Anual, para que o Orçamento respeite o limite de gastos.

Ainda não foi informada uma data para o envio da versão ajustada ao Congresso. O projeto original foi encaminhado em 31 de agosto.

Meta fiscal

O PLOA prevê superávit primário de 0,5% do PIB em 2027, equivalente a R$ 73,2 bilhões. A previsão significa que as receitas devem superar as despesas ao fim do ano.

Pelo arcabouço fiscal, a margem de tolerância em torno da meta central é de 0,25 ponto percentual. Com isso, o piso da banda corresponde a um resultado positivo de R$ 36,6 bilhões.

As regras fiscais permitem retirar determinadas despesas do cálculo da meta. Considerando essas exceções, a equipe econômica estima um superávit efetivo de aproximadamente R$ 18,6 bilhões em 2027.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5