São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% São Paulo 23°C 18° / 28°
A notícia como ela é
Mercado brasileiro reage a pesquisa eleitoral e avança nesta terça-feira
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil e Carlos Moura/Agência Senado
Economia

Mercado brasileiro reage a pesquisa eleitoral e avança nesta terça-feira

Ibovespa subia 1,8% por volta das 13h, enquanto dólar e juros futuros recuavam em meio à queda de bolsas no exterior.

O Ibovespa avançava nesta terça-feira, 8, mesmo com bolsas dos Estados Unidos, da Europa e da Ásia em queda. Por volta das 13h, o principal índice da bolsa brasileira subia 1,8% e passava dos 188.000 pontos.

A movimentação também aparecia no câmbio e nos juros. O dólar recuava 0,8% e era negociado abaixo de 5,10 reais. Já os juros futuros diminuíam, indicando expectativa de eventual redução da taxa de juro efetiva, calibrada pela taxa Selic.

Analistas relacionam parte da alta à pesquisa eleitoral BTG/Nexus, divulgada na manhã desta terça-feira. O levantamento apontou recuperação de Flávio Bolsonaro e mostrou, pela primeira vez, o candidato do PL numericamente à frente de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno.

Para Felipe Sant’Anna, analista da Axia Investing, o resultado reforçou uma reação que já vinha sendo observada no mercado. “O cenário de alternância de poder para 2027 fica mais forte”, afirmou. Segundo ele, os investidores demonstram preferência por um cenário sem o retorno de Lula, principalmente por causa da questão fiscal.

Fatores externos

A alta do petróleo é outro elemento citado para explicar o desempenho. O movimento favorece ações de empresas de grande peso no Ibovespa, como a Petrobras. Analistas também mencionam uma possível volta de investidores estrangeiros, depois de meses de saída, diante da avaliação de que a bolsa brasileira voltou a ficar barata.

Flavio Conde, chefe de ações da casa de análises Inside Levante, afirmou que a preocupação central do mercado está relacionada ao desequilíbrio fiscal. Para ele, o problema é o aumento acelerado dos gastos e da dívida pública e a falta de sinais de mudança nessa política.

Entre os fatores observados pelos analistas estão a escolha de Sérgio Gabrielli para chefiar a economia da campanha. Ex-presidente da Petrobras de Lula, ele tem vínculos com alas mais tradicionais do PT. Também foi citada uma declaração de Lula de que “não se preocupa com a dívida pública”, feita durante uma sabatina ao Jornal Nacional.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5