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Shopee aluga área devolvida pelo Banco Master no edifício B32
Economia

Shopee aluga área devolvida pelo Banco Master no edifício B32

Novo contrato amplia a presença da Shopee no prédio da Faria Lima para 9.824 metros quadrados adicionais.

A Shopee ampliou sua ocupação no edifício B32, na Faria Lima, após a saída do Banco Master. A empresa alugou uma área adicional de 9.824 metros quadrados, correspondente aos espaços devolvidos pelo banco e superior ao total que era ocupado pela instituição financeira.

A informação foi divulgada em março de 2026 pelo BGRB11 (BGR B32 Fundo de Investimento Imobiliário), que firmou o novo contrato de locação com a Shopee. O Banco Master ocupava cinco andares do prédio.

Segundo Rafael Birmann, fundador da Birmann 32, a substituição foi viabilizada pela qualidade do imóvel e pelas garantias estabelecidas no contrato com o banco. O acordo previa uma fiança bancária de 12 meses, com depósito de 100% do valor no Bradesco.

Após a intervenção no Banco Master, a negociação para encerrar o contrato avançou. Birmann afirmou que, em dezembro, os contratos foram liquidados e cancelados. Em 1º de fevereiro, a área já estava novamente alugada.

A história do B32

O edifício levou mais de duas décadas para ser concluído e ficou pronto em 2020, quatro anos depois do cronograma inicial, que previa a entrega em 2016. De acordo com Birmann, o prédio permaneceu ocupado desde a entrega.

A formação do terreno começou em 1998, com a compra de cerca de 35 casas. As aquisições foram retomadas em 2005, depois de uma interrupção causada por dificuldades financeiras, e a maior parte das áreas foi comprada entre 2005 e 2007. O preço médio ficou em torno de R$ 4 mil por metro quadrado na época.

O empresário disse que o aluguel previsto para 2016 era de R$ 100 por metro quadrado. Quando o prédio foi concluído, em 2020, o valor havia chegado a R$ 225 por metro quadrado.

Birmann também relatou que a empresa enfrentou uma crise de liquidez em 2020 e reorganizou suas obrigações. Entre dívidas e compromissos, o valor chegava a US$ 300 milhões. Dos sete ativos, segundo ele, apenas o B32 permaneceu, e a reorganização permitiu o pagamento dos passivos.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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