São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% São Paulo 23°C 18° / 28°
A notícia como ela é
Hutis atacam alvos de energia e aeroporto no sudoeste da Arábia Saudita
Foto: Foto por -/YEMEN NATIONAL RESISTANCE FORCES/AFP
Mundo

Hutis atacam alvos de energia e aeroporto no sudoeste da Arábia Saudita

Ataques com drones e mísseis deixaram 73 feridos, segundo uma coalizão militar liderada pela Arábia Saudita.

Rebeldes hutis do Iêmen atacaram instalações de energia, um aeroporto e uma base aérea no sudoeste da Arábia Saudita nesta terça-feira, 8. Entre os alvos estavam unidades da empresa petrolífera Aramco em Abha e Jizan. O ataque deixou 73 pessoas feridas, informou uma coalizão militar internacional liderada por Riad e aliada ao governo iemenita.

Os hutis lançaram drones e mísseis contra o Aeroporto Internacional de Abha, a base aérea Rei Khalid e estruturas da Aramco. O porta-voz do grupo, Yahya Saree, afirmou que a ofensiva foi uma resposta a “121 bombardeios” feitos pela Arábia Saudita no Iêmen nos últimos três dias.

Saree descreveu a ação como “uma operação militar de grande envergadura e de longo alcance” e disse que foram usados dezenas de mísseis balísticos e drones. Relatos indicam que o ataque está entre os maiores realizados contra a Arábia Saudita desde o início, em fevereiro, da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Conflito no Iêmen

O Iêmen vive um conflito há mais de uma década. Os hutis, apoiados pelo Irã, controlam a maior parte das áreas povoadas do país, incluindo a capital. Há poucos meses, o território se tornou uma nova frente da disputa entre Estados Unidos e Irã, depois que os rebeldes romperam a trégua de 2022 com o governo iemenita.

No domingo, confrontos entre forças do governo do Iêmen, apoiado pela Arábia Saudita, e os hutis deixaram mais de 140 mortos. Os combates pelo controle do acesso ao Mar Vermelho foram retomados na última quinta-feira, após o colapso, em julho, do cessar-fogo firmado em 2022.

A ofensiva tenta cortar o acesso à cidade portuária de Mocha e avançar para áreas próximas ao Estreito de Bab el Mandeb. Desde quinta-feira, mais de 300 combatentes e alguns civis morreram, de acordo com fontes militares e médicas dos dois lados.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5