Ataque a mercado no Iêmen deixa sete mortos e 40 feridos
Ministério da Saúde do Iêmen informou que crianças estão entre os feridos no ataque ocorrido na província de Taiz.
Ministério da Saúde do Iêmen informou que crianças estão entre os feridos no ataque ocorrido na província de Taiz.
Teerã diz que o estreito poderia ser reaberto em sete dias se Washington suspender o bloqueio naval e as sanções ao petróleo.
Ataques ocorreram na passagem de Hejat al-Abd, considerada estratégica para o abastecimento de Áden e o transporte até Taiz.
Grupo controla áreas próximas a Bab el-Mandeb, restringe petroleiros sauditas e amplia a pressão sobre Riad e seus aliados.
Porta-voz do grupo afirmou que mísseis e drones provocaram incêndios em Riad e Yanbu, mas não informou danos ou vítimas.
Grupo apoiado pelo Irã ampliou o controle no Iêmen, e Washington limita o apoio a inteligência e dados para definição de alvos.
Mais de 100 mil pessoas foram deslocadas pelos combates recentes, enquanto ataques ameaçam rotas de petróleo e gás.
Grupo afirma que suas operações miravam instalações petrolíferas e bases militares sauditas, longe dos locais sagrados.
Ofensiva contra a Arábia Saudita deixou 13 civis feridos enquanto negociações sobre a reabertura do Estreito de Ormuz foram adiadas.
Teerã afirma que o grupo iemenita é independente e reivindica ataques com mísseis e drones no sul saudita.
Encontro entre países do Golfo e Irã foi postergado por falta de consenso; grupo iemenita afirma ter atacado alvos no sul saudita.
Controle de Perim amplia a capacidade do grupo apoiado pelo Irã de ameaçar uma rota alternativa ao Estreito de Ormuz.
Avanço no Iêmen ocorre após a tomada de Mocha e desloca pelo menos 46 mil pessoas desde a semana passada, segundo a OIM.
A tomada de Perim aumenta o risco de interrupções no Bab el-Mandeb, corredor marítimo ligado ao transporte de petróleo entre a Ásia e a Europa.
Grupo apoiado pelo Irã quer ampliar o controle da costa e se aproximar do estreito de Bab al-Mandab.
Ataques com drones e mísseis deixaram 73 feridos, segundo uma coalizão militar liderada pela Arábia Saudita.
Ataques no sudoeste da Arábia Saudita deixaram pelo menos 73 feridos e provocaram incêndios em locais da região sul.
Grupo afirma que atingiu instalações de energia da Aramco e ameaça ampliar operações em território saudita.
Guarda Revolucionária afirma ter atacado embarcação americana, mas o Centcom nega; tensão também cresce no Líbano e no Iêmen.