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Irã anuncia área protegida em Ormuz e ameaça ampliar respostas aos EUA
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Irã anuncia área protegida em Ormuz e ameaça ampliar respostas aos EUA

Guarda Revolucionária afirma ter atacado embarcação americana, mas o Centcom nega; tensão também cresce no Líbano e no Iêmen.

O Irã anunciou uma zona protegida no Estreito de Ormuz e elevou as ameaças contra os Estados Unidos após a retomada dos confrontos na região. A Guarda Revolucionária afirmou ter atacado uma embarcação militar americana não tripulada que tentava entrar na área, mas o Comando Central dos Estados Unidos para o Oriente Médio (Centcom) negou a ação.

As hostilidades foram retomadas em 30 de agosto, quando as Forças Armadas americanas bombardearam infraestruturas iranianas no estreito. A Guarda também declarou ter atingido três petroleiros que faziam travessias não autorizadas e três embarcações dos Estados Unidos em outras áreas. O Irã alertou navios para que evitassem rotas não aprovadas por Teerã.

O governo iraniano disse que os ataques foram uma resposta a bombardeios americanos contra três petroleiros do país. Segundo o Exército americano, as embarcações estavam perto da ilha de Khark, ao sul do Estreito de Ormuz e no Golfo de Omã. Washington afirmou que seus ataques ocorreram depois que um porta-aviões e um destróier evitaram ofensivas iranianas e disse que nenhum soldado americano ficou ferido.

“Qualquer agressão contra os interesses e a segurança do Irã receberá uma resposta mais rápida, intensa e dolorosa”, declarou Mohammad Ghalibaf, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano. Brad Cooper, titular do Centcom, afirmou que os Estados Unidos responderão com intensidade maior caso dois de seus navios sejam atacados.

O secretário de Energia americano, Chris Wright, disse que as autoridades iranianas tentam se manter no poder. O presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos realizam apenas “bombardeios pontuais” e classificou a situação como um conflito militar.

Confrontos em outros países

No Líbano, ataques israelenses no sul do país deixaram 4 mortos, entre eles duas mulheres, e 20 feridos, informou o Ministério da Saúde. O Exército de Israel disse ter reagido ao lançamento de dois drones do Hezbollah. O presidente libanês, Joseph Aoun, pediu ação urgente dos Estados Unidos e da comunidade internacional.

No Iêmen, confrontos entre forças governamentais e rebeldes huthis, apoiados pelo Irã, deixaram quase 200 mortos desde a última quinta-feira.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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