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AGU explicará origem e envio de relatórios da Polícia Federal ao STF
Foto: José Cruz/Agência Brasil
Política

AGU explicará origem e envio de relatórios da Polícia Federal ao STF

Órgão deve sustentar que documentos integram a rotina da PF, não têm valor probatório e foram encaminhados após uma requisição de Moraes.

A Advocacia-Geral da União (AGU) deve afirmar ao Supremo Tribunal Federal (STF) que os relatórios de inteligência da Polícia Federal foram enviados após uma requisição de Alexandre de Moraes. Com isso, o órgão pretende afastar a hipótese de vazamento do material.

A manifestação precisa ser encaminhada até sexta-feira, 11, ao presidente da Corte, Edson Fachin. O documento será elaborado em meio à crise envolvendo os relatórios usados por Moraes para pedir uma investigação sobre a conduta de André Mendonça.

A AGU também vai explicar como os documentos são produzidos, qual é a função deles dentro da Polícia Federal e por que fazem parte da rotina das investigações. A posição do órgão será de que os procedimentos têm respaldo nas regras da corporação.

Sem valor probatório

Outro ponto da resposta será destacar que os relatórios não têm valor probatório. A AGU pretende rebater, dessa forma, a alegação de Mendonça de que teria sido monitorado de maneira indevida.

A crise também atingiu Andrei Passos Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal. Quando afastou Rodrigues do comando da corporação, em medida depois anulada por decisões de Fávio Dino e, posteriormente, de Fachin, Mendonça falou em “arapongagem” e questionou a divulgação do material.

Além da AGU, Fachin pediu manifestações de Moraes, Mendonça e do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Os esclarecimentos foram solicitados no caso Master e serão enviados à presidência do STF.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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