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Ex-ministro Carlos Velloso pede sessão pública do STF para esclarecer crise
Foto: /Reprodução
Política

Ex-ministro Carlos Velloso pede sessão pública do STF para esclarecer crise

Um grupo de ex-integrantes do Supremo declarou apoio a Edson Fachin e defendeu investigação rigorosa sobre os fatos divulgados.

Carlos Velloso, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, defendeu que a Corte convoque o colegiado e realize uma sessão pública para examinar os fatos que vêm afetando a imagem da instituição. Ele também manifestou apoio ao presidente do tribunal, Edson Fachin.

Velloso integra um grupo formado por treze ex-ministros e ex-presidentes do STF que assinaram uma carta em defesa de Fachin. Na mensagem, os signatários afirmam confiar no presidente da Corte e pedem uma apuração rigorosa, com respostas institucionais para a sociedade.

Em declaração, o ex-ministro disse que Fachin “merece e precisa do apoio da mídia”. Também reforçou que a carta propõe a reunião do colegiado, a realização de um encontro aberto ao público e uma investigação cuidadosa dos acontecimentos.

A manifestação ocorre durante o embate entre Alexandre de Moraes e André Mendonça. A discussão ganhou força após a divulgação de documentos e mensagens ligados às investigações sobre o Banco Master e às relações do empresário Daniel Vorcaro com pessoas próximas a integrantes do Judiciário.

Apoio ao presidente do tribunal

O grupo optou por não tomar partido em uma disputa individual entre ministros. Em vez disso, declarou confiança em Fachin e defendeu que o próprio Supremo reúna seus integrantes para analisar o caso.

A realização de uma sessão pública é apresentada como uma forma de ampliar a transparência da resposta da Corte. A carta afirma que os fatos divulgados passaram a comprometer o prestígio e a autoridade do Supremo, a confiança da população e a estabilidade das instituições democráticas.

Velloso afirmou ainda que os signatários têm evitado entrevistas para não transformar a manifestação em uma posição individual de cada integrante. “Evitamos dar entrevistas, evitando, assim, fulanizar o grupo dos ministros e ex-presidentes”, escreveu o ex-ministro.

A proposta defendida pelo grupo é que os esclarecimentos ocorram por meio de uma análise colegiada e pública, em vez de ficarem restritos a declarações individuais ou a versões apresentadas fora do tribunal.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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