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Ministro defende Estado e mercado fortes e revisão anual de benefícios
Foto: O ministro da Fazenda do Brasil, Dario Durigan (Washington Costa/MF/.)
Economia

Ministro defende Estado e mercado fortes e revisão anual de benefícios

Dario Durigan também propõe reduzir despesas, cortar benefícios tributários e acabar com a declaração de IR por pessoas físicas.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu que o Estado e o mercado tenham força e tamanho adequado para estimular investimentos. A declaração foi feita nesta segunda-feira, 14, durante evento do grupo Esfera Brasil, em São Paulo.

Ao apresentar sua visão para um quarto governo Lula, Durigan afirmou que a política fiscal deve combinar redução de despesas com revisão dos benefícios tributários. “Reduzir as despesas e rever benefícios tributários, essa é a receita”, disse.

Benefícios tributários

O ministro sugeriu um novo corte linear nos gastos tributários caso seu grupo político continue à frente do governo federal. A redução, segundo ele, poderia ser de 5% ou 10%.

Durigan também criticou a falta de transparência sobre os benefícios concedidos pelo governo às empresas. Para o ministro, essas medidas precisam ser reavaliadas todos os anos. Ele ainda defendeu o fim da declaração de Imposto de Renda por pessoas físicas como uma medida de desburocratização.

Tamanho do Estado

A posição de Durigan foi apresentada em meio ao debate eleitoral sobre o papel do governo. Flávio Bolsonaro (PL), candidato de oposição, defende um corte radical no tamanho do Estado brasileiro. O ministro, por outro lado, afirmou que “O Estado não tem que ser grande nem pequeno, tem que ter o tamanho adequado para atender às demandas da sociedade”.

Durigan reconheceu que o quadro fiscal contribui para os juros elevados no Brasil, mas comparou o cenário com o de outros países. Ele citou Estados Unidos, Europa e Japão, que também enfrentam juros altos.

Na avaliação do ministro, o protecionismo americano, as guerras e a instabilidade geopolítica pressionam economias e bancos centrais em todo o mundo. Ainda assim, disse que o Brasil precisa manter o compromisso de melhorar a situação fiscal todos os dias.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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