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Romeo y Julieta busca ocupação total até o fim do ano em São Paulo
Economia

Romeo y Julieta busca ocupação total até o fim do ano em São Paulo

Complexo na Chácara Santo Antônio tem 15 mil metros quadrados disponíveis e aluguel mensal de até R$ 115 por metro quadrado.

O complexo corporativo Romeo y Julieta, na Chácara Santo Antônio, tem como meta atingir 100% de ocupação até o fim do ano. O empreendimento possui 45 mil metros quadrados de área bruta locável, dos quais 30 mil já foram alugados e 15 mil continuam disponíveis.

A comercialização é feita por diferentes imobiliárias corporativas, entre elas a Valentina Caran Imóveis, além de CBRE, Cushman & Wakefield e JLL. Raisa Caran, filha de Valentina, foi contratada como consultora e braço comercial do complexo. Ela mantém um plantão presencial diário no edifício para receber clientes e acompanhar visitas.

“A meta da equipe comercial é atingir 100% de ocupação até o fim do ano”, afirma Raisa. O aluguel mensal varia de R$ 85 a R$ 115 por metro quadrado. O Romeo y Julieta foi entregue há dois anos e está com 70% da área locável ocupada.

Empresas e estrutura

Entre os ocupantes estão a XP Inc., com 17 mil metros quadrados, a empresa romena de tecnologia Risey, com 8 mil metros quadrados, a B55, escola de empreendedorismo ligada a Guilherme Benchimol, e a Santa Cruz Farmacêutica.

Segundo Raisa, bancos e farmacêuticas estão entre os setores que já visitaram o empreendimento. A busca por novos ocupantes ocorre em um momento de transformação da Chácara Santo Antônio, que passou a atrair empresas interessadas em alternativas a Faria Lima e Vila Olímpia, regiões com preços mais altos e menor disponibilidade de espaços.

O complexo é formado por duas torres corporativas: a Romeo, que passou por retrofit, e a Julieta, uma torre nova com fachada espelhada. Ao todo, são 85 mil metros quadrados de área, incluindo áreas comuns, garagens e um bosque de 4 mil metros quadrados.

O projeto foi desenvolvido pelos mesmos investidores responsáveis pelo Cidade Matarazzo, em São Paulo, e aposta em elementos de hotelaria, bem-estar e biofilia. O empreendimento tem certificações Fitwel e LEED Gold, paisagismo acompanhado pela equipe de Roberto Ferrari e uma biblioteca com cerca de 3 mil livros.

“É o futuro do corporativo”, diz Raisa, ao relacionar o projeto à volta ao trabalho presencial. Para ela, os edifícios passaram a disputar empresas também pela experiência oferecida aos funcionários, além da localização e do preço.

A região também é alvo de uma negociação do Itaú para ocupar cerca de 90 mil metros quadrados no Esther Towers, edifício vizinho de padrão Triple A, da Eztec. A operação ainda não foi anunciada oficialmente, mas é tratada como praticamente fechada pelas fontes citadas no texto-fonte.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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