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Ex-ministro do STF pede apuração pública e responsabilização individual
Foto: Nelson Jr./SCO/STF
Política

Ex-ministro do STF pede apuração pública e responsabilização individual

Celso de Mello afirma que eventuais desvios não podem comprometer a imagem do Supremo nem afastar autoridades do escrutínio público.

Celso de Mello defendeu que denúncias envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal sejam apuradas com rigor, respeito ao devido processo legal e divulgação pública das questões analisadas pela Corte.

A manifestação foi divulgada depois que 13 ex-ministros do STF, entre eles o próprio Celso de Mello, encaminharam uma carta ao presidente do tribunal, Edson Fachin. No documento, os signatários classificaram o momento como a “mais aguda crise” da história do Supremo e pediram uma sessão pública do Plenário.

Responsabilidade individual

Sem mencionar um caso específico, o ex-presidente do STF afirmou que possíveis condutas ilícitas ou comportamentos considerados eticamente censuráveis devem ser atribuídos individualmente. Para ele, esses episódios não podem lançar sobre a instituição uma “sombra corrosiva da suspeita”.

Celso de Mello também disse que o tribunal não deve ser transformado em proteção para desvios pessoais. A declaração ocorre após a divulgação, em relatório da Polícia Federal, de mensagens atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Na avaliação do ex-ministro, nenhuma autoridade pode usar a posição ocupada para evitar a análise pública de seus atos. Ele afirmou ainda que “nenhuma autoridade está acima da lei”, reforçando a defesa de transparência e responsabilização individual durante a crise envolvendo o STF.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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