São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% São Paulo 23°C 18° / 28°
A notícia como ela é
Proibição de bets pode eliminar 15,5 mil postos de trabalho no Brasil
Política

Proibição de bets pode eliminar 15,5 mil postos de trabalho no Brasil

Empresas do setor avaliam recorrer ao STF, enquanto o governo discute impactos na arrecadação e em programas sociais.

A possível proibição das apostas esportivas e dos cassinos on-line no Brasil pode eliminar cerca de 15,5 mil postos de trabalho. O impacto deve se concentrar principalmente no setor de informática.

As empresas do segmento sinalizaram que podem recorrer ao Supremo Tribunal Federal caso a atividade seja proibida. A medida também levanta dúvidas sobre a manutenção de repasses previstos na legislação para áreas como assistência social, Justiça e Saúde.

De janeiro a julho de 2026, a arrecadação do setor chegou a R$ 8,75 bilhões. O valor não inclui os R$ 2,5 bilhões pagos pelas empresas em outorgas no ano anterior.

Arrecadação e programas

Oficialmente, o Ministério da Fazenda afirma não estar preocupado com a arrecadação. Dario Durigan declarou que “se faz mal para o povo, a arrecadação não se justifica”.

Também existe preocupação na Fazenda e em outras pastas, principalmente nos ministérios da Justiça e da Saúde. Uma eventual proibição obrigaria o governo federal a buscar recursos, em um orçamento considerado muito apertado, para manter os programas em funcionamento.

A regulamentação das apostas começou a ser discutida no governo de Jair Bolsonaro (PL), quando ocorreram as primeiras autorizações. A regulamentação foi concluída durante o governo Lula.

Possível transição

Uma das alternativas avaliadas para evitar uma regra de transição muito pesada é renegociar dívidas. Também está em debate como reintegrar ao mercado de trabalho os profissionais desligados com o eventual fechamento das operações do setor.

O desafio, conforme a avaliação apresentada por Larissa Rodrigues, é definir como o governo federal lidará com a regulamentação criada pelo próprio governo Lula diante de uma possível proibição.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5