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Chia e saúde dos rins: quando o consumo exige atenção
Foto: devmaryna/Freepik
Saúde

Chia e saúde dos rins: quando o consumo exige atenção

A semente é segura para pessoas com rins saudáveis, mas pode exigir acompanhamento em casos de doença renal ou histórico de cálculos.

A chia pode fazer parte da alimentação de pessoas com rins saudáveis e não tem contraindicação nesse caso. A semente é fonte de fibras, gorduras boas e minerais, mas algumas condições renais exigem atenção ao consumo.

As fibras da chia ajudam no funcionamento do intestino e contribuem para controlar os níveis de glicose e colesterol no sangue. Elas também prolongam a sensação de saciedade, o que pode ser útil para quem busca perder peso. A semente ainda fornece ômega-3 e minerais como cálcio, potássio, fósforo e magnésio.

Quando é preciso ter cuidado

A presença de potássio e fósforo é o principal motivo para o acompanhamento em pessoas com doença renal crônica. Nesses casos, especialmente quando a condição está mais avançada e exige diálise, é necessário monitorar a ingestão desses minerais.

Isso não significa que a chia precise ser totalmente retirada da alimentação. A semente, por si só, não faz mal para os rins. A recomendação é avaliar o conjunto da dieta e evitar o consumo excessivo dos minerais ao longo do dia, já que eles também estão presentes em outros alimentos.

Mesmo para quem tem rins saudáveis, o consumo deve ser moderado. Em excesso, as fibras e as gorduras, ainda que sejam consideradas boas, podem causar desconfortos digestivos.

Pessoas com histórico de cálculos renais também devem conversar com um profissional. A chia é rica em oxalatos, substâncias associadas à formação de pedras. Com orientação adequada e uma alimentação equilibrada, não é necessário eliminar totalmente a semente da rotina.

O ideal é buscar a orientação de um nutricionista para montar um plano compatível com as necessidades de cada pessoa. Para quem tem histórico de cálculos, esse cuidado inclui observar se a hidratação não está deficiente.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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